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ABC Brasil registra lucro de R$ 230,2 milhões com avanço da margem financeira
Publicado 07/05/2026 • 16:16 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 07/05/2026 • 16:16 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
O Banco ABC Brasil divulgou nesta quinta-feira (7) seu balanço financeiro referente ao primeiro trimestre do ano, reportando lucro líquido recorrente de R$ 230,2 milhões, resultado 2,1% superior ao registrado no mesmo período de 2025. Na comparação com o quarto trimestre do ano passado, porém, houve queda de 16,4%.
O banco informou que o desempenho anual foi sustentado principalmente pelo crescimento da margem financeira com clientes, pela expansão da margem com mercado e pelo aumento do patrimônio líquido remunerado a CDI. Por outro lado, o trimestre foi impactado pelo aumento das despesas de provisão, além da elevação dos gastos com pessoal, despesas administrativas e participação nos lucros.
O retorno sobre patrimônio líquido anualizado (ROAE) ficou em 13,5%, redução de 54 pontos-base em relação ao primeiro trimestre de 2025 e de 283 pontos-base frente ao trimestre imediatamente anterior.
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A margem financeira gerencial somou R$ 647,8 milhões entre janeiro e março, avanço de 14,3% em relação ao mesmo período do ano passado, embora tenha recuado 9,2% frente ao quarto trimestre de 2025.
A margem financeira com clientes atingiu R$ 373,9 milhões, enquanto a margem financeira com mercado ficou em R$ 103,8 milhões. Já o patrimônio líquido remunerado a CDI respondeu por R$ 170,1 milhões da margem financeira total do trimestre.
As despesas de provisão totalizaram R$ 113,1 milhões, crescimento de 63,7% na comparação anual, apesar da queda frente ao trimestre anterior.
A receita de serviços recuou para R$ 88,5 milhões, pressionada principalmente pela queda nas receitas de banco de investimentos, que passaram de R$ 46,8 milhões no quarto trimestre de 2025 para R$ 20 milhões no primeiro trimestre deste ano.
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A carteira de crédito expandida encerrou março em R$ 54,4 bilhões, crescimento de 6,3% em 12 meses, embora tenha apresentado leve retração de 0,6% na comparação trimestral.
O principal destaque foi o segmento Middle, cuja carteira avançou 24,5% na comparação anual, alcançando R$ 4,87 bilhões. Já o segmento Large Corporate cresceu 9% em 12 meses, enquanto Corporate registrou alta mais moderada, de 2,8%.
Os títulos privados atingiram R$ 18,4 bilhões, alta anual de 15,1%, enquanto os empréstimos totalizaram R$ 23,5 bilhões, avanço de 5,7% frente ao primeiro trimestre de 2025.
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O banco encerrou o trimestre com 4.525 clientes corporativos ativos, redução de 6,8% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo o relatório, o movimento reflete maior disciplina na concessão de crédito e foco em clientes com relacionamento comercial mais amplo.
As operações com atraso superior a 90 dias permaneceram em 0,5% da carteira de crédito expandida, mantendo estabilidade em relação ao trimestre anterior e abaixo da média histórica do banco.
O saldo das operações classificadas em estágio 3 encerrou março em R$ 1,52 bilhão, equivalente a 2,8% da carteira expandida. Já o índice de cobertura medido pela relação entre provisões e operações em atraso acima de 90 dias ficou em 447%.
O banco também informou que os créditos renegociados representavam R$ 93,9 milhões, equivalentes a 0,17% da carteira, enquanto as operações reestruturadas somavam R$ 97,8 milhões.
O Índice de Basileia do ABC Brasil encerrou março em 15,9%, queda de 41 pontos-base frente ao trimestre anterior. O capital principal ficou em 11,4%.
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Segundo o banco, a redução foi influenciada pelo provisionamento de juros sobre capital próprio, operações de tesouraria de curto prazo, reconhecimento de crédito tributário com efeito temporário e expansão dos ativos ponderados pelo risco.
O relatório destaca ainda que o Banco Central homologou, em abril, o aumento de capital anunciado em dezembro de 2025, no valor de R$ 314 milhões. Em bases pro forma, a operação elevaria o Índice de Basileia do primeiro trimestre em 56 pontos-base.
A captação total do banco chegou a R$ 58,9 bilhões ao fim de março, avanço de 6,9% em 12 meses. Já o patrimônio líquido alcançou R$ 7,15 bilhões, crescimento anual de 10,4%.
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