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Fábrica de chips da Intel que deveria abrir em 2026 é adiada para a próxima década
Publicado 28/02/2025 • 22:30 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 28/02/2025 • 22:30 | Atualizado há 1 ano
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Intel.
Pixabay.
A Intel está adiando a abertura de sua fábrica de chips no estado de Ohio, nos Estados Unidos, informou a fabricante de chips nesta sexta-feira (28).
A empresa afirmou que não concluirá a construção da primeira planta até 2030, com início das operações naquele ano ou no seguinte. A segunda fábrica, no complexo que pode atingir US$ 100 bilhões, provavelmente será finalizada em 2031 e começará a operar no ano seguinte. Inicialmente, a produção na primeira planta estava prevista para começar em 2025.
“À medida que continuamos a investir em nossas unidades nos Estados Unidos, é importante alinhar o início da produção de nossas fábricas com as necessidades do nosso negócio e a demanda do mercado mais amplo”, disse Naga Chandrasekaran, vice-presidente e chefe de operações globais da Intel Foundry Manufacturing, em comunicado. “Essa sempre foi a nossa abordagem, pois nos permite gerenciar nosso capital de forma responsável e nos adaptar às necessidades dos nossos clientes.”
A Intel, que foi líder mundial na fabricação de semicondutores antes de perder essa posição nos últimos anos, tem enfrentado uma queda, principalmente devido ao seu afastamento do boom da inteligência artificial. As ações perderam mais da metade de seu valor no ano passado, e a empresa tem lidado com a desaceleração nas vendas, ao mesmo tempo em que tenta avançar no setor intensivo em capital da fabricação de chips.
Em agosto, as ações sofreram a maior queda em um único dia na bolsa de valores em 50 anos, depois que a empresa anunciou resultados trimestrais desapontadores. A Intel também anunciou que demitiria 15% de seus funcionários. Isso fez com que a empresa se tornasse um alvo em potencial para aquisições, além de levar à demissão do CEO Pat Gelsinger em dezembro.
A Intel foi um dos principais beneficiários do escritório do CHIPS and Science Act, do ex-presidente Joe Biden. O governo concedeu recentemente à empresa uma subvenção de cerca de US$ 8 bilhões em novembro, em um esforço para aumentar a produção de semicondutores em solo norte-americano.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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