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Participação de mercado da Apple cai na China com redução no envio de iPhones, diz analista
Publicado 11/01/2025 • 10:51 | Atualizado há 1 ano
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Publicado 11/01/2025 • 10:51 | Atualizado há 1 ano
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Unsplash.
A Apple está perdendo espaço no mercado chinês devido à queda no envio de iPhones, segundo relatório do analista de cadeia de suprimentos Ming-Chi Kuo, da TF Securities, divulgado nesta sexta-feira (10). Após a divulgação, as ações da empresa recuaram 2,4%.
Kuo revelou que a Apple adotou uma postura conservadora ao discutir planos de produção para os iPhones em 2025 com seus principais fornecedores. Apesar do aguardado lançamento do iPhone SE 4, a previsão é de uma redução de 6% no envio de aparelhos durante o primeiro semestre deste ano, em comparação ao mesmo período do ano anterior.
O analista destacou que a participação de mercado da Apple deve continuar em queda. Dois dos próximos modelos do iPhone terão design tão fino que provavelmente suportarão apenas eSIM — tecnologia que não é amplamente promovida no mercado chinês.
“Esses dois modelos podem enfrentar desafios em relação ao volume de vendas, a menos que o design seja modificado”, afirmou Kuo.
Em dezembro, os envios gerais de smartphones na China permaneceram estáveis em relação ao mesmo período de 2023. No entanto, os envios de iPhones caíram entre 10% e 12%, segundo o relatório.
Além disso, Kuo indicou que não há sinais de que o Apple Intelligence, recurso de inteligência artificial embarcado nos dispositivos da empresa, esteja impulsionando atualizações de hardware ou aumento na receita de serviços.
Ele observou que, segundo uma pesquisa feita na cadeia de suprimentos, a funcionalidade “não aumentou a demanda por substituição de iPhones”. Em sua análise, a atratividade do recurso “diminuiu significativamente em comparação com os serviços de IA baseados em nuvem, que avançaram rapidamente nos últimos meses”.
A estimativa para os envios globais de iPhones em 2024 é de cerca de 220 milhões de unidades — semelhante ao intervalo projetado entre 220 e 225 milhões de unidades para 2023. Esses números estão abaixo do consenso de mercado, que previa 240 milhões ou mais, segundo Kuo.
Procurada, a Apple não respondeu de imediato ao pedido de comentário feito pela CNBC.
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