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“Paciência de Wall Street com Big Techs mudou e ela exige provas sobre lucros”, afirma executivo do setor
Publicado 28/01/2026 • 16:33 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 28/01/2026 • 16:33 | Atualizado há 2 meses
Em meio às expectativas de divulgação dos balanços das Big Techs e as 7Magníficas – com destaque para Apple, Microsoft, Tesla e Meta –, a tendência é que os investidores, em 2026, passem a “cobrar” mais informações concretas acerca dos lucros que essas companhias podem proporcionar – em especial, por conta de todo o investimento dessas empresas em IA. A avaliação é do Felipe Correa, head of Customer Experience da IPNET by Vivo parceira Google Cloud, que em entrevista ao Real Time – programa da Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC – analisou os impactos dos números que serão divulgados pelas principais companhias do setor e as consequências sobre as bolsas de valores globais.
Para Correa, a divulgação desses balanços, “além de ser um evento muito importante no calendário corporativo, é um teste de estresse para a tese do investimento que sustentou a expansão econômica global dos últimos três anos em IA”.
“O cenário em 2026 prevê um acerto de contas, vamos dizer assim, em que houve uma promessa de transformação digital impulsionada pela IA em 2024 e 2025 – e agora os investidores procuram ver a solidez fiscal disso efetivamente nos números”, explica. “Parece que a paciência de Wall Street mudou e ela exige provas sobre esses lucros. Até por conta de um desaceleramento do crescimento de 20% mais lento desde o início de 2023.”
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O executivo da IPNET by Vivo destacou outra tendência que deve permanecer em 2026 entre as Big Techs – o “descolamento” entre as 7Magníficas em relação a seus resultados, apesar da liderança consolidada das sete gigantescas. O bloco foi responsável por 40% do total do S&P 500 em 2025.
“A visão que a gente sempre teve era de um bloco sólido, monolítico quase. Em 2026, essa concentração permanece alta, a gente ainda está falando de um peso de um terço do total, mas tem uma correlação entre essas companhias: elas acabam se descolando. O mercado parece estar recompensando a execução individual ao invés do pertencimento ao setor”, aponta Felipe Correa.
Como exemplos, ele cita a Alphabet e a Amazon, que apresentaram alta entre 5% e 4%, respectivamente, muito pela eficiência operacional em nuvem e adoção de IA. Por outro lado, “o investidor está vendo até mesmo os desligamentos que a Amazon tem feito; (estão vendo) a Microsoft e a Apple num território negativo, com dificuldades de monetização do Copilot e a estagnação de vendas de hardware na China. É esse mercado que a gente encontra (em 2026), com um descolamento das big techs”, explica.
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