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Disney+ aumenta preços nos EUA e mercado brasileiro aguarda definição sobre reajuste
Publicado 24/09/2026 • 18:42 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 24/09/2026 • 18:42 | Atualizado há 2 horas
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Getty Images
Os assinantes do Disney+ nos Estados Unidos terão de desembolsar mais para manter o serviço. A plataforma anunciou uma nova rodada de reajustes, com aumentos que chegam a 13%, em uma mudança que também afeta diferentes pacotes que reúnem o Disney+ com Hulu e serviços esportivos da ESPN.
Essa é a sexta vez que a Disney eleva os preços do streaming no mercado norte-americano desde o lançamento da plataforma, há seis anos. Com a nova tabela, a assinatura mensal individual do Disney+ passa a custar US$ 12,49 (cerca de R$ 66,20) nos Estados Unidos.
O aumento não ficará restrito à assinatura tradicional do Disney+. Os consumidores que optam por combinações com outros serviços do grupo também encontrarão alterações nos preços. Entre os pacotes afetados estão aqueles que incluem o Hulu, cuja aquisição integral pela Disney foi concluída em 2023, além das diferentes modalidades que oferecem acesso à ESPN Unlimited.
O impacto varia de acordo com o pacote contratado. Algumas opções com publicidade não sofrerão mudanças, enquanto determinados planos premium, sem anúncios, terão reajustes mais significativos.
Nos Estados Unidos, algumas assinaturas individuais sem publicidade chegarão a US$ 21,49 (cerca de R$ 113,90). Já determinados pacotes intermediários que incluem conteúdo esportivo poderão atingir US$ 32,99 (cerca de R$ 174,80).
Leia mais: Disney+ bate recorde de audiência com titulos da Marvel e supera 420 milhões de horas assistidas
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Siga o Times | CNBCAinda não há confirmação de que a nova política de preços adotada nos Estados Unidos será replicada para os assinantes brasileiros. O último reajuste aplicado no Brasil aconteceu em junho, quando os preços do Disney+ foram elevados em aproximadamente 7%.
A comparação entre os mercados também precisa levar em consideração as diferenças na composição dos planos. No Brasil, por exemplo, o Disney+ Premium já inclui os canais da ESPN, enquanto nos Estados Unidos esse acesso está associado a uma cobrança adicional.
A decisão da Disney ocorre em um momento no qual aumentos de preços se tornaram frequentes no mercado de streaming e de televisão por assinatura.
Nos últimos meses, outras empresas também modificaram suas tarifas. A Claro TV+, por exemplo, aplicou um reajuste de 14,30%, enquanto o Apple TV elevou os preços de seus serviços em até 27% recentemente. O novo movimento da Disney, portanto, se insere em uma tendência mais ampla de revisão das tarifas praticadas pelas plataformas de entretenimento, especialmente diante da expansão dos catálogos e da oferta de conteúdos esportivos e exclusivos.
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