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Jannik Sinner vence o Miami Open em torneio que marca retorno do Brasil às quadras
Publicado 29/03/2026 • 21:02 | Atualizado há 3 horas
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Publicado 29/03/2026 • 21:02 | Atualizado há 3 horas
KEY POINTS
KIN CHEUNG/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O tenista italiano Jannik Sinner
Jannik Sinner conquistou o título do Miami Open neste domingo ao derrotar Jiri Lehecka em sets diretos, por 6/4 e 6/4, em 1 hora e 33 minutos de partida. Número 2 do mundo, o italiano chegou ao seu segundo troféu no torneio e manteve o retrospecto perfeito contra o tcheco, com quatro vitórias em quatro confrontos, todas sem perder sets.
Classificado como ATP Masters 1000 no masculino e WTA 1000 no feminino, o Miami Open está entre os torneios mais prestigiados da temporada e forma, ao lado de Indian Wells, o chamado “Sunshine Double”, um dos trechos mais simbólicos do calendário. Não por acaso. Em 2026, os dois torneios distribuíram juntos quase US$ 18,9 milhões em premiação. Indian Wells diz ter gerado US$ 852 milhões em impacto econômico bruto em 2024, enquanto Miami recebeu mais de 400 mil torcedores na edição de 2025.
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Hoje, esse movimento passa por dois nomes centrais. De um lado, João Fonseca, de 19 anos, se transformou no principal símbolo da nova geração do tênis masculino brasileiro, combinando desempenho, repercussão e capacidade de atrair público para além do nicho do esporte. De outro, Bia Haddad Maia já havia recolocado o Brasil em posição de destaque no circuito feminino, com presença em fases agudas de grandes torneios e entrada no Top 10 da WTA.
Esse peso é ainda maior quando se olha para trás. Desde Gustavo Kuerten, o Brasil não tinha nomes com esse nível de mobilização e competitividade no circuito internacional. Guga foi o grande marco do país na era moderna do esporte: número 1 do mundo, tricampeão de Roland Garros e protagonista de um período em que o tênis brasileiro rompeu a barreira do nicho e ganhou o grande público.
Depois dele, o país passou a conviver com uma lacuna. Vieram nomes competitivos, como Thomaz Bellucci, que teve boa presença no circuito e chegou ao Top 25. O Brasil seguiu produzindo atletas relevantes, mas sem conseguir recolocar um jogador ou jogadora no centro das grandes discussões do tênis mundial com consistência.
Nesse intervalo, foi Bia quem primeiro devolveu densidade ao tênis brasileiro em alto nível. A paulista voltou a colocar o país em posição de destaque no simples, abriu espaço em um circuito historicamente duro e ajudou a reconstruir uma presença que o Brasil havia perdido nas grandes quadras. Mais recentemente, João Fonseca passou a ampliar esse movimento no masculino, com impacto esportivo e também de audiência.
O interesse em torno dos dois ajudou a ampliar o alcance do tênis no país, impulsionou torneios de base e devolveu ao esporte uma perspectiva que há muito tempo não aparecia com tanta força.
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No feminino, essa retomada também ganhou consistência. Enquanto Bia Haddad Maia devolveu protagonismo ao Brasil no simples, Luisa Stefani se firmou como um dos principais nomes das duplas e ajudou a manter o país em evidência no circuito.
A própria edição de 2026 do Miami Open reforçou o peso das mulheres no tênis atual. Aryna Sabalenka conquistou o bicampeonato do torneio e completou o “Sunshine Double”, ao vencer também Indian Wells na mesma temporada. Nas duplas femininas, Katerina Siniakova e Taylor Townsend repetiram o feito e se tornaram a sexta parceria da história a fechar essa dobradinha.
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