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Com mais jogos e mais ingressos, Copa do Mundo de 2026 mira em receita bilionária

Publicado 31/12/2025 • 20:00 | Atualizado há 9 horas

KEY POINTS

  • Novo formato e estratégia comercial podem aumentar receita da FIFA com a Copa do Mundo em 50%, quando comparado à Copa de 2022, no Catar.
  • Em novembro, mais de 2 milhões de ingressos já tinham sido vendidos antecipadamente.

Foto: Wikimedia Images/Pixabay.

Com mais jogos e mais ingressos, Copa do Mundo de 2026 mira em receita bilionária

A Copa do Mundo de 2026 chega em junho e pode gerar a maior receita da história da Federação Internacional de Futebol (FIFA). Dessa vez, a entidade conta com um novo formato de competição, somado a novas estratégias comerciais, para elevar sua receita ao nível de US$ 8,9 bilhões em 2026. 

Estratégias comerciais da FIFA na próxima Copa do Mundo

No que se refere ao formato, anteriormente, a Copa era disputada entre 32 equipes. No entanto, a novidade é que 48 seleções vão ajudar a compor o quadro de 104 partidas. Sendo assim, os jogos estão agendados ao longo dos três países-sede: Estados Unidos, Canadá e México. 

Junto a isso, há também os ganhos com hospitalidade que podem gerar US$ 3 bilhões em arrecadações para a FIFA. Esse valor é três vezes maior do que o arrecadado na Copa de 2022, no Catar. 

Em seguida, o destaque vai para o modelo dinâmico de venda de ingressos. Nessa modalidade, o valor do bilhete varia ao longo do tempo, conforme a demanda do público. Ou seja, quando a procura aumenta, os preços tendem a subir; em períodos de menor interesse, podem cair. Na prática, os valores sofrem ajustes em tempo real com base no comportamento do consumidor. 

Contudo, essa novidade não foi bem recebida por outras entidades do futebol. Conforme noticiado anteriormente, a Football Supporters Europe (FSE) e a Football Supporters Association (FSA), representante da Inglaterra e do País de Gales, se posicionaram contra a FIFA em relação ao preço dos ingressos – que foram considerados ‘abusivos’. 

Na opinião da Reuters, essas estratégias podem gerar uma experiência negativa para parte dos torcedores que querem ver os jogos nos estádios. Mesmo assim, tudo isso deve render à FIFA uma receita 50% maior do que os ganhos vistos em 2022, na Copa do Mundo no Catar. 

O papel dos Estados Unidos

Os Estados Unidos são figuras-chave na estratégia comercial da FIFA. Isso porque o país sediará 78 das 104 partidas. Considerando que a hospitalidade faz parte dos pilares estratégicos neste ano, a infraestrutura do país favorece a reunião de públicos maiores, em ambientes premium. 

Leia também: Copa do Mundo: preços dos ingressos viram alvo de pedido de suspensão à FIFA

Nesse sentido, os EUA possuem 11 estádios cuja capacidade é superior a 60 mil pessoas. Para fins comparativos, vale considerar que, no Catar, apenas 2 dos 8 locais podiam oferecer o mesmo feito. 

Os estádios de alta capacidade, além de vender um número maior de ingressos, garantem também que os torcedores possam procurar por áreas VIP, camarotes e outras experiências exclusivas. Gianni Infantino, presidente da FIFA, afirmou em novembro que cerca de 2 milhões de ingressos para a Copa do Mundo de 2026 já foram vendidos antecipadamente.

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