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Skeleton: conheça as regras do esporte em que Nicole Silveira faz história pelo Brasil
Publicado 19/01/2026 • 10:50 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 19/01/2026 • 10:50 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Foto: Viesturs Lacis Rekords
EM EDIÇÃO Skeleton: conheça as regras do esporte em que Nicole Silveira faz história pelo Brasil
A pouco mais de um mês da abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milano Cortina 2026, o skeleton surge como uma das principais apostas brasileiras por uma medalha inédita.
A expectativa gira em torno de Nicole Silveira, atleta que vem acumulando resultados históricos no circuito internacional e que chega à Olimpíada após uma temporada consistente na Copa do Mundo.
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Mas afinal, como funciona o skeleton, quais são suas regras e por que o desempenho da brasileira chama tanta atenção?
O skeleton é uma das modalidades mais radicais dos esportes de inverno. Nele, o atleta desce uma pista de gelo deitado de bruços, com a cabeça à frente, sobre um pequeno trenó.
Diferentemente do bobsled e do luge, o controle do equipamento é feito de forma extremamente sutil, com deslocamentos do corpo, pressão dos ombros, joelhos e pés.
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As pistas têm, em geral, entre 1.200 e 1.600 metros de extensão, contam com cerca de 15 a 20 curvas e podem alcançar inclinações de até 12%, segundo dados do Olympics.
Em alguns trechos, a velocidade ultrapassa os 140 km/h, o que faz do skeleton uma prova de precisão, coragem e leitura de pista.
A prova começa com a largada em pé. Após o sinal oficial, o atleta tem até 30 segundos para iniciar a corrida. Nos primeiros metros, geralmente entre 25 e 40, ele empurra o trenó com força máxima antes de se lançar sobre ele.
A partir daí, o tempo passa a ser definido pela combinação entre velocidade inicial, técnica de pilotagem e adaptação às condições da pista.
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Embora algumas pistas sejam parcialmente cobertas, o skeleton sofre influência direta do clima. Vento, neve e variações de temperatura alteram o gelo e podem mudar completamente o comportamento do trenó durante a descida.
Atualmente, existem 17 pistas ativas de skeleton no mundo, distribuídas em 12 países, todos localizados no hemisfério norte.
Cada pista possui características próprias, como tipo de gelo, desenho das curvas e altitude, o que exige dos atletas grande capacidade de adaptação ao longo da temporada.
Nicole Silveira chega aos Jogos como o maior nome do skeleton brasileiro. Em 2024, ela obteve o melhor resultado da história do país em um Campeonato Mundial de esportes de inverno, ao terminar na quarta colocação.
Na temporada 2024/2025, conquistou duas medalhas de bronze em etapas da Copa do Mundo, em Pyeongchang, na Coreia do Sul, e em St. Moritz, na Suíça.
Em St. Moritz, o pódio teve um significado especial. Nicole dividiu a medalha com a belga Kim Meylemans, sua noiva.
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Na estreia olímpica, em Beijing 2022, Nicole terminou em 13º lugar. Agora, mais experiente e com resultados consistentes, ela entra em Milano Cortina 2026 como uma real candidata a colocar o Brasil, pela primeira vez, no pódio do skeleton olímpico.
No circuito regular, como a Copa do Mundo, os atletas fazem duas descidas no mesmo dia. Todos participam da primeira bateria e apenas os 25 melhores avançam para a segunda. O resultado final é definido pela soma dos tempos.
Em Campeonatos Mundiais e Jogos Olímpicos, o formato é mais longo. São quatro descidas, distribuídas em dois dias.
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Em Milano Cortina 2026, cada prova contará com 25 atletas por gênero, e todos disputarão as quatro baterias, sem cortes ao longo da competição.
Os atletas brasileiros que competirem nos Jogos Olímpicos de Inverno Milão-Cortina 2026 receberão premiações em dinheiro conforme o tipo de prova e a medalha conquistada:
O Comitê Olímpico do Brasil (COB) destaca que, nas categorias de grupo e coletiva, o montante será dividido igualmente entre todos os medalhistas, incluindo titulares e reservas, e que atletas que conquistarem mais de uma medalha receberão o prêmio acumulado por cada resultado.
O skeleton é uma modalidade exclusivamente individual, mas o programa olímpico inclui também uma prova por equipes.
Em Milano Cortina 2026, haverá três disputas: individual feminino, individual masculino e duplas mistas. Nesta última, os tempos de um atleta homem e de uma atleta mulher do mesmo país são somados.
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Caso o Brasil consiga vaga também no masculino, Nicole Silveira poderá disputar a prova de duplas mistas de skeleton ao lado de Eduardo Strapasson, jovem de 18 anos que busca a classificação olímpica.
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