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Negócios em Jogo: Super Bowl bate recorde histórico e anúncios chegam a US$ 10 milhões por 30 segundos

Publicado 03/02/2026 • 13:42 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Trégua entre EUA e Irã derruba cotações do petróleo em cerca de 5% em um único dia, marcando a maior queda em seis meses com o recuo do prêmio de risco geopolítico.
  • Barril opera na faixa de US$ 66 (Brent) e US$ 61 (WTI), pressionado pelo anúncio da OPEP+ de manter a produção estável e pela perspectiva de excesso de oferta global em 2026.
  • Transição energética e limitações estruturais em países como Venezuela e Brasil impedem novas escaladas de preço, apesar das instabilidades políticas no Oriente Médio.

O Super Bowl, que será disputado no próximo domingo entre New England Patriots e Seattle Seahawks, alcançou um marco histórico antes mesmo do jogo: os espaços publicitários chegaram a US$ 10 milhões por inserções de 30 segundos. Para analisar esse mercado bilionário, o Real Time conversou com Cacá Bueno, apresentador do quadro Negócios em Jogo.

“O comercial do Super Bowl sempre foi o mais caro da televisão mundial. Mas nos últimos anos esse valor disparou, e houve empresa que pagou 10 milhões de dólares por apenas 30 segundos”, afirmou Cacá Bueno, ao destacar a escalada recente dos preços.

Segundo ele, o custo elevado se justifica pelo alcance. Mais de 120 milhões de pessoas acompanham o jogo apenas nos Estados Unidos, além da audiência internacional da NFL, o que transforma o intervalo comercial em uma vitrine incomparável para marcas.

“Isso é para alcançar uma audiência gigantesca. Para o americano, isso vale ouro, porque é um país altamente consumista, e com tanta gente assistindo, é o momento de vender produto”, disse.

Cacá explicou que o valor do espaço vai além do número de espectadores e do custo por mil impactos (CPM). O intervalo do Super Bowl gera expectativa antes mesmo de ir ao ar e continua repercutindo depois do evento.

De acordo com o empresário, muitos comerciais acabam virando memes e conteúdos virais, ampliando o alcance muito além da transmissão ao vivo. Em um ano com Copa do Mundo e Olimpíada de Inverno, o Super Bowl manteve sua força e ainda bateu recorde de publicidade.

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“O Super Bowl segue mais forte do que outros grandes eventos esportivos, inclusive com o crescimento da Fórmula 1 nos Estados Unidos”, disse.

Ao analisar o cenário mais amplo, Cacá afirmou que grandes eventos esportivos voltaram ao centro das estratégias globais de mídia, impulsionados pela lógica do consumo ao vivo. “Estudos mostram que cerca de metade dos CMOs do mundo quer investir mais em publicidade ligada ao esporte”, afirmou.

Segundo ele, a ascensão do streaming reforçou esse movimento. Enquanto entretenimento pode ser consumido sob demanda, notícias e esportes exigem imediatismo.

“Ninguém quer ver replay de um jogo cujo resultado já conhece. Por isso, eventos ao vivo voltaram a ganhar enorme atenção, seja na TV aberta ou no streaming”, disse.

Cacá ressaltou que, apesar do avanço das métricas e do uso de inteligência artificial, ainda é difícil mensurar completamente o retorno dos anúncios do Super Bowl. “Não dá para prever qual comercial vai virar meme ou ganhar cortes virais depois do jogo. Também é difícil medir o alcance internacional”, afirmou.

Além da publicidade, o show do intervalo também é parte central da estratégia da NFL. Neste ano, o destaque será Bad Bunny, escolhido como símbolo da expansão da liga entre o público latino nos Estados Unidos.

Para o empresário, o pós-evento amplia ainda mais o impacto econômico e cultural do Super Bowl. “Depois do jogo vêm os cortes, o herói, o vilão, o debate sobre o show. Tudo repercute nas redes sociais e no streaming”, afirmou.

Cacá concluiu que o valor recorde dos anúncios sintetiza a força do evento. “Para os americanos, a NFL é como a nossa Copa do Mundo. Por isso, 10 milhões de dólares por 30 segundos dizem tudo”, finalizou.

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