Bolsas da Ásia fecham sem sinal único, com fortes perdas na China e ganhos nas demais praças
Publicado 22/11/2024 • 07:20 | Atualizado há 4 meses
Confira a lista de Trump: mais de 180 países e territórios enfrentarão tarifas recíprocas
Eric Trump diz que migrou para criptomoedas após negócios da família se tornarem a ’empresa mais cancelada’
Veja detalhes do novo Nintendo Switch 2: preço, tamanho da tela, controles, chat por microfone e jogos
Noruega recebe apelo para revogar proibição de fundo de US$ 1,8 trilhão em fabricantes de armas
OpenAI investe na Adaptive Security em nova rodada de financiamento
Publicado 22/11/2024 • 07:20 | Atualizado há 4 meses
KEY POINTS
Pixabay
As Bolsas da Ásia fecharam sem direção única nesta sexta-feira (22), em uma sessão marcada por profundas perdas nos negócios chineses em meio a incertezas sobre as perspectivas da segunda maior economia do planeta.
As demais praças na região, porém, conseguiram computar ganhos sólidos, após a melhora no humor sobre a Nvidia ajudar as ações do setor.
Balanços corporativos amplificaram os temores sobre uma deterioração do cenário econômica na China, em um momento marcado pela ameaça de pesadas tarifas comerciais sob a gestão do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em Hong Kong, a ação da Baidu despencou 8,59%, após a empresa de buscas online informar queda na receita diante da menor demanda por publicidade digital.
Com isso, o índice Hang Seng encerrou a sessão em baixa de 1,89%, a 19.229,97 pontos. Na mesma linha, a PDD amargou a mais lenta expansão das vendas em dois anos.
No continente, o Xangai Composto recuou 3,06%, a 3.267,19 pontos, na mínima intraday, enquanto o menos abrangente baixou 3,54%, a 1.966,91 pontos.
A Moody’s prevê que medidas de estímulos devem ser incapazes de sustentar a atividade chinesa, cujo Produto Interno Bruto (PIB) deve crescer cerca de 4,5% no quarto trimestre de 2024, antes desacelerar a 4,2% em 2025 e a 3,8% em 2026.
“A incerteza econômica, os baixos retornos das poupanças financeiras e o impacto no patrimônio líquido resultante da correção dos preços dos imóveis, por sua vez, atenuam o sentimento do consumidor e a demanda”, observa a agência.
Apesar disso, a cautela acabou circunscrita às fronteiras chinesas neste pregão, na esteira de ventos favoráveis vindos de Wall Street na véspera.
Em Tóquio, o índice Nikkei avançou 0,68%, a 3.8283,85 pontos. O Kospi, de Seul, ganhou 0,83%, a 2.501,24 pontos, com ajuda da fabricante de chips de memória SK Hynix (+4,68%). Em Taiwan, o Taiex se elevou 1,55%, a 22.904,32 pontos. Por lá, TSMC se recuperou das perdas de ontem e ganhou 2,97%.
Na Oceania, o S&P/ASX 200, de Sydney, teve alta de 0,85%, a 8.393,80 pontos, após dois dias consecutivos no vermelho.
Mais lidas
Confira a lista de Trump: mais de 180 países e territórios enfrentarão tarifas recíprocas
China pede que EUA cancelem tarifas recíprocas “imediatamente” e promete contramedidas
Com investimento de R$ 500 milhões, cidade no interior de São Paulo terá novo aeroporto internacional
'Certificação CARB é uma conquista histórica para a Be8', diz Erasmo Battistella
"Brasil ficou no mínimo, o que é um bom sinal", afirma economista sobre tarifas americanas