Bolsas da Europa operam em forte baixa após tarifaço de Trump; UE promete retaliar
Publicado 03/04/2025 • 08:17 | Atualizado há 22 horas
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Publicado 03/04/2025 • 08:17 | Atualizado há 22 horas
KEY POINTS
Painel da Euronext mostra desempenho das ações do mercado na Europa, operando os mercados de Amsterdã, Bruxelas, Londres, Lisboa, Dublin, Oslo e Paris.
Eric Piermont/AFP
As bolsas europeias operam em forte baixa desde a abertura dos negócios desta quinta-feira (3), um dia após o presidente dos EUA, Donald Trump, fazer um anúncio tarifário mais agressivo do que o esperado.
Por volta das 6h55 (de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 tinha queda de 1,69%, a 527,87 pontos.
Ontem, Trump anunciou tarifa geral de 10% a importações globais e uma série de tarifas “recíprocas” para mais de 180 países e territórios, incluindo de 20% para bens importados da União Europeia (UE) e de 10% para produtos do Reino Unido.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, disse hoje que a UE está finalizando contramedidas para responder ao tarifaço de Washington. Já o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que reagirá com a “cabeça fria e calma” ao anúncio de Trump.
A questão das tarifas também compromete a perspectiva dos juros. Em discurso mais cedo, o vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE), Luis de Guindos, disse que incertezas ligadas ao impacto de tarifas e de tensões geopolíticas exigem que o BCE seja “extremamente “prudente” na condução da política monetária.
O BCE divulga hoje a ata de sua reunião de março, quando cortou suas principais taxas de juros em mais 25 pontos-base.
Com as atenções voltadas para o tarifaço de Trump, dados econômicos europeus ficaram em segundo plano. Os PMIs de serviços referentes a março da Alemanha e da zona do euro como um todo foram revisados para cima, mas o do Reino Unido sofreu revisão para baixo.
Às 7h10 (horário de Brasília), a Bolsa de Londres caía 1,37%, a de Paris recuava 2,30% e a de Frankfurt cedia 1,88%. Já as de Milão e Madri tinham perdas de 1,89% e 0,81%, respectivamente. Na contramão, a de Lisboa subia 0,41%.
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