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Bolsas da Europa sobem e Londres vê queda inesperada do varejo
Publicado 19/12/2025 • 08:37 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 19/12/2025 • 08:37 | Atualizado há 3 meses
Eric Piermont/AFP
As bolsas europeias operam com desempenhos distintos nesta sexta-feira (19). Enquanto a maior parte dos mercados avança, Londres encontra dificuldade para acompanhar o movimento após a divulgação de uma queda inesperada nas vendas do varejo britânico, mesmo diante do recuo dos empréstimos tomados pelo governo do Reino Unido em novembro.
Por volta das 7h23 (horário de Brasília), o índice pan-europeu Stoxx 600 subia 0,02%, aos 585,51 pontos. A Bolsa de Frankfurt avançava 0,23%, Paris registrava alta de 0,10% e Londres operava praticamente estável, com ganho de 0,01%. Milão e Lisboa apresentavam as maiores altas, de 0,37% e 0,41%, respectivamente, enquanto Madri subia 0,02%.
Segundo a Pantheon Economics, o consumo no Reino Unido foi impactado pelo período de incerteza que antecedeu a apresentação do Orçamento. As vendas no varejo registraram duas quedas mensais consecutivas, após uma sequência de quatro altas entre junho e setembro. “Os descontos antecipados da Black Friday deram algum impulso às vendas, mas de forma marginal”, avaliam os analistas da consultoria. A expectativa é de contribuição negativa do varejo para o crescimento do PIB britânico no quarto trimestre.
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Em Londres, o índice FTSE 350 General Retailers recuava 0,33%. Entre os destaques negativos, as ações da rede WHSmith caíam 4,7%, enquanto a varejista de eletrodomésticos Currys perdia 2,9%. A Marks & Spencer também operava em baixa, com recuo de 1,3%.
As ações do setor de defesa apresentavam desempenhos mistos após líderes da União Europeia aprovarem um empréstimo sem juros de 90 bilhões de euros à Ucrânia, destinado a cobrir necessidades militares e orçamentárias em 2026 e 2027. Em Frankfurt, a Rheinmetall recuava 0,19%, enquanto a italiana Leonardo avançava 0,75% em Milão.
Em Madri, o BBVA subia 1,6% após receber autorização do Banco Central Europeu para um programa de recompra de ações de até 3,96 bilhões de euros. A iniciativa busca elevar o retorno aos acionistas depois do fracasso da oferta de aquisição do banco Sabadell.
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