Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Dólar fecha em queda após Estados Unidos aprovarem pacote bilionário contra paralisação e de olho na Selic
Publicado 03/02/2026 • 19:43 | Atualizado há 7 meses
Hugging Face procurou Jensen Huang, da Nvidia, semanas antes da aquisição de US$ 12,9 bilhões, diz CEO à CNBC
Putin vê “possibilidade” de paz com a Ucrânia; chefe da Otan alerta que Rússia está se tornando “cada vez mais imprudente”
Riscos ocultos da China surgem em meio ao boom de bilhões de dólares dos data centers de I.A nos EUA
EXCLUSIVO CNBC: Secretário de Energia dos EUA afirma que Irã está perdendo capacidade de pressionar mercado de petróleo
Ações da Snowflake disparam 22% graças a resultados positivos e impulso na programação de IA
Publicado 03/02/2026 • 19:43 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Pexels
Dólar fechou a quarta-feira em estabilidade
O dólar encerrou a sessão desta terça-feira (3), em leve queda no mercado local, alinhado ao comportamento da moeda americana no exterior, que voltou a cair após um repique nos últimos dias com a indicação de Kevin Warsh para a presidência do Federal Reserve por Donald Trump. A alta do petróleo e provável fluxo estrangeiro para a bolsa doméstica contribuíram para a apreciação do real.
A leitura da ata do Comitê de Política Monetária (Copom) levou casas relevantes, como Santander e Itaú, a alterar a projeção para a queda da taxa Selic em março de 0,25 ponto porcentual para 0,50 ponto, mas não mudou a perspectiva de que o alívio monetário será gradual.
A perspectiva é de manutenção de taxa real elevada e amplo diferencial entre juros, o que estimula o carry trade e desencoraja carregamento de posições em dólar.
Pela manhã, o dólar chegou a flertar com o rompimento do piso de R$ 5,20, ao registrar mínima de R$ 5,2065. A divisa reduziu o ritmo de baixa ao longo da tarde e fechou com perda de 0,18%, a R$ 5,25, após duas sessões seguidas de alta.
A moeda americana sobe 0,05% em relação ao real nos dois primeiros pregões de fevereiro, após queda de 4,40% em janeiro, a maior desvalorização mensal desde junho de 2025.
Para o diretor de Pesquisa Econômica do Banco Pine, Cristiano Oliveira, o quadro externo continua muito favorável a ativos brasileiros. Ele ressalta o fluxo estrangeiro de mais de R$ 26 bilhões para a B3 em janeiro, o segundo melhor da série histórica.
“O Brasil é um dos países que mais se beneficiam no atual quadro geopolítico. Essa entrada de recursos externos não surpreende. Vejo uma janela para mais apreciação do real. O dólar pode ficar abaixo de R$ 5,00 neste primeiro semestre“, afirma Oliveira, para quem o início de um ciclo de redução da Selic não abala o real. “O carry trade ainda vai permanecer muito elevado”.
Lá fora, o índice DXY, que mede o desempenho do dólar em relação a uma cesta de seis divisas fortes – recuava cerca de 0,20% no fim do dia, ao redor dos 97,450 pontos, após mínima aos 97,298 pontos.
Entre divisas emergentes e de países exportadores de commodities, destaque para o dólar australiano, com ganhos de cerca de 0,90%, após o banco central da Austrália anunciar alta de juros.
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCÀ tarde, a Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou o pacote de financiamento governamental de US$ 1,2 trilhão (R$ 6,3 trilhões) revisado pelo Senado para encerrar a paralisação parcial do governo americano.
A divulgação de dados relevante do mercado de trabalho, como relatório Jolts e o payroll de janeiro, foi adiada em razão da paralisação.
Leia Mais:
Investidor estrangeiro volta com força à B3 e janeiro de 2026 já supera todo o fluxo de 2025
Ibovespa B3 alcança patamar histórico e supera os 185 mil pontos com suporte de commodities
Por aqui, o destaque foi a ata do encontro do Copom na semana passada, quando o comitê adiantou que deve iniciar em março um ciclo de cortes da taxa Selic.
A ausência de sinais mais duros no documento, que reiterou a mensagem do comunicado, abriu as portas para apostas em uma redução inicial da taxa básica em 0,50 ponto porcentual.
O comitê reitera na ata, contudo, “a necessidade da manutenção do patamar de juros em níveis restritivos” para consolidar o “processo de desinflação” e pontua que a magnitude e a duração do ciclo de distensão monetária serão determinadas ao longo do tempo” à luz de indicadores econômicos.
Para Oliveira, do Pine, o BC já tinha “condições técnicas” para iniciar o ciclo de corte de juros em janeiro, mas optou por uma posição mais conservadora, optando, em primeiro lugar, por ajustar o tom da comunicação.
“Depois do comunicado da semana passada, a curva de juros já começou a mostrar chances maiores de corte de 0,50 ponto em março. Parcela dos analistas previa 0,25 ponto e está ajustando depois da ata”, afirma o diretor do Pine, que previa, desde a decisão do colegiado na semana passada, redução de 0,50 ponto em março e Selic em 11,50% no fim de ano.
—
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Bilibili chega ao Brasil: veja os requisitos para monetizar
2
Mansur, ex-proprietário da Reag, oferece à PGR informações sobre R$ 20 bilhões atribuídos a Daniel Vorcaro
3
Uber demite 3.300 funcionários, acaba com home-office e elimina 20% dos gestores; ação avança 2% no pré-market
4
iPhone 18 Pro: veja tudo o que já foi revelado sobre o novo aparelho
5
Com dívidas, Chilli Beans nega recuperação judicial e anuncia novo vice-presidente