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Bolsas de NY: Wall Street reverte perdas e fecha em alta após sinalização de Trump sobre fim da guerra
Publicado 09/03/2026 • 17:49 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 09/03/2026 • 17:49 | Atualizado há 1 hora
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Pixabay
Bolsas de NY
O mercado acionário de Nova York protagonizou uma forte reviravolta nesta segunda-feira (9), encerrando o pregão no terreno positivo após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sugerir que a fase crítica da guerra contra o Irã pode estar chegando ao fim.
O otimismo substituiu o temor inicial que havia derrubado os índices em mais de 1,5% nas primeiras horas de negociação.
O S&P 500 subiu 0,83%, aos 6.795,99 pontos, enquanto o Nasdaq saltou 1,38%, impulsionado pela recuperação de empresas de semicondutores. O Dow Jones avançou 0,5%, fechando aos 47.740,80 pontos. O movimento foi expressivo, considerando que, no pior momento do dia, o Dow Jones chegava a cair quase 900 pontos.
A mudança de humor foi disparada por declarações de Trump, que afirmou que a capacidade militar iraniana foi severamente atingida e que o cronograma da guerra está muito à frente do previsto.
O presidente também mencionou a retomada da passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, o que aliviou imediatamente a pressão sobre as commodities energéticas.
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O petróleo WTI (referência americana), que chegou a romper os US$ 100 (cerca de R$ 520, na cotação atual) durante a madrugada — atingindo o pico de US$ 119 (aproximadamente R$ 618,80) —, recuou cerca de 9% para fechar na casa dos US$ 81 (R$ 421,20). O Brent seguiu a tendência de queda, recuando 8% para o patamar de US$ 84 (R$ 436,80).
Além do alívio geopolítico, o setor de tecnologia ajudou a sustentar os ganhos. Gigantes como Nvidia, AMD e Micron subiram entre 2% e 5%.
Analistas de mercado apontam que, embora o salto nos preços do óleo tenha sido drástico, a brevidade do pico pode evitar danos maiores aos lucros corporativos e ao crescimento econômico global.
No radar dos investidores para esta terça-feira (10), permanece a reunião virtual dos ministros de energia do G7, que discutirão a liberação de reservas estratégicas de petróleo para estabilizar os preços de forma definitiva e garantir a normalização do abastecimento mundial.
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