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Ibovespa B3 bate recordes pelo segundo dia seguido, impulsionado por ações de commodities e otimismo externo; dólar fecha em R$ 5,38
Publicado 30/10/2025 • 17:17 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 30/10/2025 • 17:17 | Atualizado há 4 meses
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Ibovespa B3 fechou em queda
O Ibovespa B3 encerrou o pregão desta quinta-feira (30) em alta de 0,10%, aos 148.780,22 pontos, marcando um novo recorde de fechamento, após atingir a máxima intradiária de 149.210,07 pontos às 12h03.
O índice foi impulsionado pelo desempenho positivo de papéis de commodities, como Ambev (ABEV3), além do otimismo gerado pelas expectativas de estímulos globais. A taxa DI para 2027 permaneceu estável em 14,90%, refletindo um cenário de estabilidade na curva de juros.
Entre os destaques da sessão, Ambev (ABEV3) avançou 4,90%, após boas expectativas sobre suas operações, enquanto Ambipar (AMBP3), que foi excluída oficialmente dos índices da B3, disparou 21,21%, liderando os ganhos do dia, com otimismo sobre a recuperação da empresa no setor ambiental.
No setor financeiro, Bradesco (BBDC4) recuou 3,45%, acompanhando a realização de lucros, enquanto GOL (GOLL54) teve uma leve alta de 0,58%, após a estabilização nos preços do petróleo.
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No exterior, os índices de Nova York fecharam em alta, com os investidores reagindo à postura mais cautelosa do Federal Reserve, que sinalizou uma possível pausa no ciclo de cortes de juros em dezembro, após reduzir os juros dos Fed Funds para 3,75% a 4,0%.
A leve desaceleração nos rendimentos dos Treasuries e a notícia sobre o acordo comercial entre Estados Unidos e China também ajudaram a fortalecer o apetite por risco global. As conversas entre os dois países incluem a redução das tarifas sobre produtos chineses e o aumento das compras de energia dos EUA pela China, o que trouxe um alívio para os mercados emergentes.
O dólar à vista fechou o dia em alta de 0,42%, cotado a R$ 5,38, após oscilar entre R$ 5,367 e R$ 5,396 durante o pregão. A moeda americana iniciou o dia em alta, acompanhando o movimento de valorização global do dólar e o aumento nos rendimentos dos Treasuries, após o Federal Reserve reduzir os juros em 25 pontos-base para 3,75% a 4,0% ao ano.
O mercado também reagiu ao anúncio do acordo comercial entre os EUA e a China, que gerou expectativa de alívio nas tensões comerciais entre as duas potências.
No cenário doméstico, o IGP-M caiu 0,36% em outubro, sinalizando uma desaceleração nos preços, enquanto a confiança dos serviços apresentou leve queda, mas o setor de comércio mostrou otimismo com as vendas de fim de ano, apesar dos efeitos de juros altos e do endividamento das famílias.
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