Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Banco Master: BC já liquidou oito instituições ligadas ao grupo; entenda o caso
Publicado 18/02/2026 • 11:30 | Atualizado há 5 meses
EUA manterão “conversas técnicas” com o Irã após Trump dizer que cessar-fogo estava “encerrado”
Resultado da PepsiCo frustra Wall Street com queda na demanda por bebidas nos EUA
Rendimentos dos títulos do Tesouro permanecem estáveis enquanto investidores aguardam dados econômicos internos dos EUA
Estratégia de drones da Ucrânia está causando grandes impactos na Rússia e mudando o rumo dos investimentos da OTAN
Trump diz que Irã procurou os EUA para negociar após ataques americanos; presidente afirma que não sabe se guerra será retomada
Publicado 18/02/2026 • 11:30 | Atualizado há 5 meses
anco Central do Brasil
Fachada do Banco Central do Brasil (BCB) em Brasília
O Banco Central (BC) decretou nesta quarta-feira (18) a liquidação de duas novas instituições financeiras ligadas ao conglomerado do Banco Master, ampliando a intervenção no grupo liderado por Daniel Vorcaro. Com a decisão, o total de empresas atingidas chega a oito.
Foram liquidados o Banco Pleno e a Pleno DTVM, instituições controladas por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro. Ambos haviam sido adquiridos no segundo semestre de 2025, após a saída de Lima do Banco Master.
Augusto Lima havia deixado a sociedade no Master no ano passado e assumido o controle do antigo banco Voiter, que foi rebatizado como Banco Pleno. Desde então, foram realizados dois aportes de capital que somaram cerca de R$ 160 milhões, em uma tentativa de reestruturação da instituição.
O banco herdou aproximadamente R$ 6 bilhões em CDBs oriundos do Banco Master e buscava formar uma carteira própria de crédito. No entanto, a instituição não conseguiu estabelecer uma base sólida de captação nem vender ativos em volume suficiente.
Com isso, passou a enfrentar dificuldades para cumprir obrigações financeiras, especialmente relacionadas aos títulos herdados e à carteira de crédito em expansão.
Leia também: Vorcaro presta depoimento pós-Carnaval e caso Banco Master avança no Congresso
A sequência de intervenções do Banco Central gerou incertezas entre investidores sobre a real extensão do conglomerado financeiro ligado ao Banco Master e sobre quais instituições estavam sujeitas às medidas da autoridade monetária.
Após a liquidação do Banco Master e do Will Bank, dúvidas sobre vínculos societários e riscos de contágio passaram a afetar a confiança no sistema.
A liquidação do Banco Master S.A., instituição líder do conglomerado, foi decretada pelo Banco Central em 18 de novembro de 2025. Na mesma decisão, também foram liquidadas:
Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.
Siga o Times | CNBCNa época, o conglomerado representava cerca de 0,57% dos ativos e 0,55% das captações do sistema financeiro nacional.
Leia também: Banco Pleno: o que acontece com sua conta após a liquidação pelo BC
O Will Bank, braço digital do grupo, inicialmente não foi incluído na primeira rodada de liquidações. O Banco Central optou por colocar a instituição em regime de administração especial temporária, diante da expectativa de venda.
Sem avanço nas negociações, a autoridade monetária decretou a liquidação do banco em janeiro de 2026.
No mesmo período, o BC também determinou a liquidação da CBSF DTVM (ex-Reag Investimentos), investigada por participação em operações que teriam inflado artificialmente ativos ligados ao conglomerado.
Com o avanço das liquidações, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) foi acionado para ressarcir investidores em produtos cobertos, como CDBs, LCIs e LCAs.
A cobertura prevê até R$ 250 mil por CPF e por instituição, respeitando o teto global de R$ 1 milhão a cada quatro anos.
O caso do Banco Master resultou no maior acionamento da história do FGC, com cerca de R$ 41 bilhões reservados para pagamentos a investidores.
Em paralelo, a crise atingiu empresas ligadas à tentativa de aquisição do Banco Master. Em janeiro, a Justiça aceitou o pedido de recuperação judicial de duas companhias do Grupo Fictor, que havia apresentado proposta para comprar o banco.
As dívidas somam cerca de R$ 4,2 bilhões. Segundo a empresa, a tentativa de aquisição e aporte de R$ 3 bilhões teria provocado uma onda de resgates por investidores, agravando a crise de liquidez.
A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 150 milhões em bens relacionados a garantias contratuais não cumpridas, além de outros R$ 500 mil ligados a operações no setor do agronegócio.
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Maiores Audiências
1
Copa do Mundo 2026: conheça todas as seleções classificadas para as quartas
2
Vozinha está perto de fechar com Inter Miami, de Beckham, e jogar ao lado de Messi
3
Correios suspendem parte do plano de reestruturação após ameaça de greve
4
Azul inicia “novo capítulo” com estreia na Bolsa de Nova York nesta quinta (09)
5
Os bancos funcionam no feriado de 9 de julho? Confira