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A farmacêutica americana Eli Lilly firmou um acordo de US$ 2,75 bilhões (R$ 14,47 bilhões) com a Insilico Medicine, empresa com ações listadas em Hong Kong, para levar ao mercado global medicamentos desenvolvidos com inteligência artificial.

CNBCEli Lilly fecha acordo bilionário para levar medicamentos desenvolvidos por IA ao mercado global

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Com 11ª alta seguida, Ibovespa B3 dispara e sobe quase 3 mil pontos; dólar tem leve recuo

Publicado 05/11/2025 • 18:22 | Atualizado há 5 meses

KEY POINTS

  • O Ibovespa B3 fechou em alta de 1,72%, aos 153.296,46 pontos, acumulando uma sequência de 11 pregões consecutivos de valorização.
  • O salto de +2.592 pontos no dia coloca o índice mais uma vez em recorde histórico de fechamento, ampliando o rali que ganhou força após o Ibovespa B3 superar, ontem, pela primeira vez, o patamar dos 150 mil pontos.
  • O dólar à vista fechou em queda de 0,70%, cotado a R$ 5,361, influenciado pela melhora no humor internacional após avanços no diálogo comercial entre China e Estados Unidos.
A B3 é uma das principais empresas de infraestrutura de mercado financeiro no mundo.

Divulgação

Ibovespa

O Ibovespa B3 encerrou esta terça-feira (5) em forte alta de 1,72%, aos 153.296,46 pontos, acumulando uma sequência de 11 pregões consecutivos de valorização — uma das mais longas séries positivas dos últimos anos.

O salto de +2.592 pontos no dia coloca o índice mais uma vez em recorde histórico de fechamento, ampliando o rali que ganhou força após o Ibovespa B3 superar, ontem, pela primeira vez, o patamar dos 150 mil pontos.

Analistas destacam que movimentos dessa magnitude — quase 3 mil pontos de avanço em apenas uma sessão — são raros em períodos de calmaria global. A última vez que o Ibovespa B3 havia emplacado uma sequência tão forte ocorreu em 2018, na esteira de fluxos intensos para emergentes.

Agora, a combinação de apetite por risco, setores domésticos reagindo e expectativas mais claras sobre política monetária volta a impulsionar o mercado local.

Destaques da Bolsa

Entre as ações de maior peso, Petrobras (PETR4) sustentou parte do rali, avançando +2,12%, diante do otimismo com a temporada de balanços e com o ambiente internacional mais benigno para commodities. PCAR3 (+1,85%) também figurou entre as altas relevantes. Já companhias mais sensíveis ao câmbio e à aviação tiveram desempenho mais contido: GOL (GOLL54) recuou 0,39%.

A Ambipar (AMBP3) voltou a cair, fechando em -6,06%, refletindo ainda a forte volatilidade da empresa após as últimas semanas de turbulência operacional.

No mercado de juros, o DI para 2027 permaneceu em 14,90%, enquanto o Índice DI para 05/11 avançou a 53.128,93 pontos. O índice de volatilidade S&P/B3 VIX saltou 8,6%, para 16,16 pontos, indicando maior sensibilidade do mercado à agenda do Copom desta quarta.

Dólar cai com alívio externo e melhora no apetite global por risco

O dólar à vista fechou em queda de 0,70%, cotado a R$ 5,361, influenciado pela melhora no humor internacional após avanços no diálogo comercial entre China e Estados Unidos. A moeda chegou a marcar mínima de R$ 5,354 ao longo do dia.

Segundo Rafael Prado, economista da GO Associados, o movimento reflete diretamente a decisão de Pequim de suspender restrições a 15 empresas americanas e prorrogar a suspensão da tarifa adicional de 24% sobre produtos dos EUA. O alívio nas tensões remove pressões sobre moedas emergentes e favorece o real.

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O dólar segue relativamente estável contra pares fortes, com o DXY rondando os 100 pontos, depois de o relatório ADP indicar criação de empregos acima do esperado — reforçando a tese de juros inalterados pelo Fed em dezembro. Com o shutdown americano ainda impedindo divulgação de dados oficiais, o mercado opera com leitura parcial da economia.

No cenário doméstico, a expectativa de manutenção da Selic em 15% sustenta o diferencial de juros e mantém o Brasil como destino atrativo para o carry trade, contribuindo para a queda da moeda americana frente ao real.

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