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Ibovespa B3 encerra a semana em leve alta; dólar fecha em R$ 5,53
Publicado 19/12/2025 • 18:34 | Atualizado há 1 mês
Publicado 19/12/2025 • 18:34 | Atualizado há 1 mês
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Divulgação/B3
Ibovespa B3
O Ibovespa B3 encerrou a sessão desta sexta-feira (19) em leve alta de 0,35%, aos 158.473,02 pontos, em um pregão marcado por maior apetite ao risco no exterior e por um movimento de correção após as quedas recentes no mercado doméstico.
O índice chegou a oscilar mais durante o dia, mas sustentou o sinal positivo com apoio das blue chips, especialmente bancos e Petrobras, enquanto os investidores seguem atentos ao noticiário político e à tramitação do Orçamento de 2026.
Segundo Bruno Perri, economista-chefe e sócio-fundador da Forum Investimentos, o mercado local “respira após semanas de pressão e tenta recuperar parte das perdas, em um dia de agenda doméstica mais esvaziada e com melhora do humor global”.
Ele destaca que o movimento também reflete uma busca por pechinchas, sobretudo em ações que sofreram quedas mais intensas recentemente, além de especulações de mercado sobre um eventual enfraquecimento marginal da candidatura do presidente Lula em pesquisas que devem ser divulgadas nos próximos dias, o que ajuda a reduzir prêmios de risco no curto prazo.
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Entre as ações, o desempenho foi bastante heterogêneo. Chamaram atenção os papéis da MRS Logística, que dispararam após a reorganização societária envolvendo CSN e CSN Mineração, enquanto Itaúsa, Raízen e Gol também fecharam em alta. Na outra ponta, Infracommerce, Log Commercial, Sequoia e Rede D’Or figuraram entre as maiores baixas, refletindo ajustes após movimentos recentes e maior sensibilidade ao comportamento da curva de juros.
A Taxa DI seguiu em 14,90%, com leve fechamento da curva, o que favoreceu empresas mais cíclicas e setores sensíveis a juros, como locação de veículos e utilidades públicas. O Ibovespa VIX recuou, indicando menor percepção de risco no mercado acionário.
Já o dólar fechou em leve alta de 0,12%, cotado a R$ 5,53, acompanhando a valorização global da moeda americana e o avanço dos rendimentos dos títulos soberanos, especialmente após o Banco do Japão elevar os juros ao maior nível em 30 anos.
Ainda assim, o movimento foi contido pelo ambiente de maior otimismo no mercado local, pela entrada de fluxo financeiro e pela leitura de que, no curto prazo, há alguma redução do prêmio de risco nos ativos brasileiros.
No exterior, o ambiente foi mais construtivo. As bolsas americanas avançaram com apoio do setor de tecnologia, impulsionado pela perspectiva de acordo envolvendo a joint venture da TikTok com a Oracle, enquanto dados mais fracos do mercado imobiliário dos EUA ajudaram a sustentar apostas de uma política monetária menos restritiva à frente, apesar da pressão recente das Treasuries, que reagiram à alta de juros no Japão.
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