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Ibovespa fecha em baixa de 0,43%, aos 179 mil pontos, à espera do Copom; Petrobras avança

Publicado 18/03/2026 • 17:06 | Atualizado há 28 minutos

KEY POINTS

  • Ibovespa fechou em baixa de 0,43%, aos 179.639,91 pontos, e voltou a perder o nível dos 180 mil pontos
  • Petrobras ajudou a limitar as perdas do índice, com alta de 1,77% em PETR3 e de 1,34% em PETR4
  • Eneva liderou os ganhos com salto de 15,08%, enquanto Hapvida, Yduqs e CSN ficaram entre as maiores quedas

Pexels

O Ibovespa fechou esta quarta-feira (18) em baixa de 0,43%, aos 179.639,91 pontos, após oscilar entre a mínima de 179.575,91 pontos e a máxima de 181.559,83 pontos. O volume financeiro somou R$ 30,5 bilhões, em dado preliminar, em dia de vencimento de opções sobre o índice.

O principal índice da bolsa brasileira voltou a perder o nível dos 180 mil pontos, em um pregão marcado pela decisão do Federal Reserve (Fed) de manter os juros inalterados nos Estados Unidos e pela expectativa pela decisão do Copom sobre a Selic, que será divulgada logo mais.

Entre os papéis de maior peso, a Petrobras ajudou a limitar as perdas do índice. A PETR3 subiu 1,77%, a R$ 51,63, enquanto a PETR4 avançou 1,34%, a R$ 47,00.

Na ponta negativa, a Hapvida (HAPV3) liderou as perdas do índice, com queda de 4,76%, a R$ 8,21. Também recuaram com força Yduqs (YDUQ3), em baixa de 4,62%, a R$ 9,90, e CSN (CSNA3), que caiu 4,42%, a R$ 6,06.

Do lado das altas, a Eneva (ENEV3) ficou no topo do Ibovespa, com ganho de 15,08%, a R$ 24,35. Na sequência vieram Copel ON (CPLE3), que subiu 5,56%, a R$ 15,20, e Prio (PRIO3), em alta de 5,33%, a R$ 66,03.

Maiores altas do Ibovespa

AçãoVariaçãoPreço
Eneva (ENEV3)+15,08%R$ 24,35
Copel ON (CPLE3)+5,56%R$ 15,20
Prio (PRIO3)+5,33%R$ 66,03
Fonte: TradeMap

Maiores baixas do Ibovespa

AçãoVariaçãoPreço
Hapvida (HAPV3)-4,76%R$ 8,21
Yduqs (YDUQ3)-4,62%R$ 9,90
CSN (CSNA3)-4,42%R$ 6,06
Fonte: TradeMap

Pressão externa e Copom no radar

Para Fernando Bresciani, analista de investimentos do Andbank, o desempenho do mercado brasileiro refletiu principalmente o ambiente externo.

“Hoje tivemos uma inflação ao produtor nos Estados Unidos, referente a fevereiro, acima do esperado, além da decisão do Fed, que manteve os juros. Também vimos alta nas Treasuries. Esse conjunto pressionou os ativos aqui dentro”, afirmou.

Segundo ele, esse cenário ajudou a puxar para cima o dólar e a curva de juros no Brasil.

“O Ibovespa acabou caindo, com a curva de juros (DI) e o dólar em alta, refletindo esse ambiente mais desafiador lá fora”, disse.

Sobre a decisão do Banco Central brasileiro, Bresciani afirmou que a expectativa predominante é de corte da Selic, embora o mercado ainda não descarte manutenção.

“A expectativa majoritária é de um corte de 0,25 ponto percentual, embora não esteja totalmente descartada a possibilidade de manutenção da taxa”, afirmou.

O analista também chamou atenção para riscos no radar doméstico.

“Outro ponto de atenção é a possível greve dos caminhoneiros a partir de amanhã. Se confirmada, pode trazer impacto relevante para o mercado”, disse.

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