Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Ações de montadoras disparam após Trump prometer ajuda à indústria automobilística
Publicado 14/04/2025 • 14:04 | Atualizado há 9 meses
Trump está instruindo seus “representantes” a comprar US$ 200 bilhões em títulos hipotecários
Um dia após morte em ação do ICE, tiroteio com agentes federais deixa dois feridos em Portland, nos EUA
Missão da NASA sofre alteração devido a emergência médica
EUA avaliam investir em mineração de minerais críticos na Groenlândia
Deputados pressionam Justiça por arquivos do caso Epstein e pedem interventor independente
Publicado 14/04/2025 • 14:04 | Atualizado há 9 meses
KEY POINTS
Automóveis em montagem
Brian Snelson/Wikicommons
Ações de montadoras fecharam em alta nesta segunda-feira (14) após o presidente Donald Trump afirmar que pretende “ajudar algumas montadoras” diante das tarifas de 25% sobre automóveis.
Trump disse, durante uma reunião com o presidente de El Salvador, Nayib Bukele, que as montadoras “precisam de um pouco de tempo” para transferir a produção para os EUA. “Estou buscando algo para ajudar algumas das montadoras, que estão trocando para peças feitas no Canadá, México e outros lugares, e precisam de um pouco de tempo porque vão fabricar aqui”, afirmou, sem detalhar os planos.
As declarações impulsionaram as ações da Ford, General Motors e da Stellantis, que subiram entre 3% e 6% após operarem estáveis ou em queda. As ações da Rivian subiram 4,9%, enquanto as da Tesla ficaram estáveis. Toyota, Honda e Lucid encerraram com alta entre 1,5% e 2%.
Um executivo sênior do setor automotivo descreveu os comentários de Trump como “um reconhecimento de que a situação está ficando difícil para a indústria”.
As declarações ocorrem cerca de duas semanas após a implementação das tarifas de 25% sobre veículos importados, em 3 de abril. Apesar de reduzir tarifas para a maioria dos países e conceder isenções para empresas de tecnologia como a Apple, as tarifas sobre automóveis continuam em vigor.
As montadoras responderam às tarifas de diversas maneiras. Fabricantes que são majoritariamente domésticos, como a Ford e a Stellantis, anunciaram ofertas temporárias com preços de funcionário, enquanto outras, como a montadora britânica Jaguar Land Rover, cessaram os envios para os EUA. A Hyundai Motor também disse que não aumentaria os preços por pelo menos dois meses para aliviar as preocupações dos consumidores.
A GM vem aumentando estrategicamente parte da produção nos EUA, incluindo o aumento da produção em uma fábrica de picapes em Indiana, bem como o cancelamento de paralisações previamente anunciadas no mês que vem em uma unidade no Tennessee.
“A empresa continua a atualizar e revisar os cronogramas de produção como parte de seu processo padrão de avaliação e gerenciamento do estoque de veículos conforme necessário”, disse a liderança da planta em uma mensagem aos trabalhadores vista pela CNBC. “A parada anteriormente anunciada para a semana de 12 de maio está sendo cancelada, o que significa que a produção total na montagem de veículos continuará normalmente.”
Um porta-voz da GM confirmou na segunda-feira a mudança nos planos para a planta do Tennessee, que produz vários modelos crossover da Cadillac.
—
📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, TCL Channels, Pluto TV, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Siga o Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC no Google News
Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
Mais lidas
1
Banco Master: FGC trava R$ 41 bilhões e acende alerta regulatório
2
Novas ações da Azul passam a ser negociadas nesta quinta (8) mas despencam após leilão
3
Flamengo: por que o clube ficou fora da Copinha 2026?
4
Labubu lidera ranking do Google com produtos mais desejados do ano; veja top 50
5
Carne bovina: Brasil vai propor à China assumir cota de países que não cumprirem volumes