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Caso Epstein: quem é Kathryn Ruemmler, poderosa advogada do Goldman Sachs envolvida no caso
Publicado 09/02/2026 • 14:45 | Atualizado há 2 horas
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Publicado 09/02/2026 • 14:45 | Atualizado há 2 horas
KEY POINTS
Foto: Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
Nas últimas semanas, o Departamento de Justiça dos Estados Unidos tem divulgado uma série de novos documentos sobre o Caso Epstein. Neles, expõe-se a extensa rede de contados do financista, Jeffrey Epstein.
Epstein morreu no dia 10 de agosto de 2019, após ser preso no dia 6 de julho de 2019, por tráfico sexual de menores de idade. Nesse sentido, na data de sua prisão, ele ligou para três pessoas. Uma delas era Kathryn Ruemmler, advogada do Goldman Sachs.
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Mas, afinal, quem é Kathryn Ruemmler e por que ela é importante no caso Epstein?
Kathryn H. Ruemmler é advogada, nascida em 19 de abril de 1971, em Washington, nos Estados Unidos. Ela é bacharel em Inglês pela Universidade de Washington e doutora em Direito pela Universidade de Georgetown.
Atualmente, é diretora jurídica e conselheira-geral do Goldman Sachs, um dos principais bancos de investimentos do mundo. Contudo, antes de assumir o cargo no banco em 2020, foi advogada de defesa de crimes de colarinho branco no escritório Latham & Watkins LLP, de 2007 a 2009 e de 2014 a 2020.
No período fora do Latham & Watkins, atuou como principal assessora do vice-procurador-geral no Departamento de Justiça dos Estados Unidos por um ano e um mês. Em seguida, já em 2011, ingressou na Casa Branca como vice-conselheira jurídica do presidente Barack Obama.
Entre 2000 e 2001, ela fez parte do conselho jurídico presidencial de Bill Clinton. Além disso, ela é integrante do American College of Trial Lawyers e do American Law Institute.
Segundo o The Wall Street Journal, Kathryn Ruemmler era próxima de Jeffrey Epstein. Em geral, ela oferecia conselhos amorosos, jurídicos e de mídia para o financista que, em troca, retribuía com presentes. Como flores, bolsas Hermés de US$ 9.350, cartões-presente da Bergdorf Goodman no valor de US$ 10.000, sapatos Louboutins, entre outros itens de luxo.
A ligação entre Kathryn e Epstein começou em 2014, quando o advogado Reid Weingarten, do escritório de advocacia Steptoe, deixou a Casa Branca. Weingarten foi a ponte entre Epstein e Ruemmler.
Naquela época, Weingarten era representante do Edmond de Rothschild Group, um banco suíço. No entanto, essa responsabilidade seria transferida para Ruemmler, no escritório Latham & Watkins. Para que essa transferência acontecesse, Epstein atuou como intermediário na gestão da conta.
No entanto, os principais contatos entre Kathryn e Jeffrey datam 2019, conforme os documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA. Durante aquele ano, a advogada orientava Epstein sobre os problemas legais que ele enfrentava na época e como lidar com a cobertura midiática.
Junto a isso, Weingarten e Ruemmler mantinham um caso extraconjugal.
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Em fevereiro de 2019, Epstein escreveu para a Ruemmler e o advogado Brad Karp. Na mensagem, compartilhava sobre os planos legais e a esperança de que o acordo de confissão fosse mantido.
Já em março de 2019, Epstein voltou a procurar a advogada para planejar formas de defender seu passado e o acordo de confissão, que reduziria a penalidade de seu caso.
Dessa vez, Ruemmler orientou que o financista e seus advogados enviassem uma carta ao conselho editorial do The New York Times. A ideia era que os advogados pressionassem o jornal para publicar declarações nas quais se negava o papel do financista na organização de festas sexuais e afirmassem que as garotas envolvidas mentiam suas idades.
“Recomendo fortemente que não deixemos a busca pela perfeição nos impedir de alcançar o bom e que enviemos isso o mais rápido possível”, escreveu Kathryn Ruemmler em e-mail.
Ou seja, a advogada não chegou a representar Epstein oficialmente, mas oferecia aconselhamento jurídico.
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