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Chanceler iraniano viaja à Suíça para segundo ciclo de negociações com EUA
Publicado 15/02/2026 • 17:15 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 15/02/2026 • 17:15 | Atualizado há 2 meses
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Chatham House / Wikimedia Commons
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, deixou neste domingo (15) para a Suíça para um segundo ciclo de conversas sobre o programa nuclear iraniano com os Estados Unidos. A chancelaria do país informou que “as conversas indiretas entre o Irã e os Estados Unidos sobre o tema nuclear serão realizadas na terça-feira com a mediação” de Omã.
Araghchi “viajou a Genebra no fim da tarde de domingo para liderar a delegação diplomática e técnica que conduzirá a segunda rodada de diálogo sobre o programa nuclear e manterá consultas diplomáticas”, indicou o ministério.
Antes das conversas, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, declarou que um acordo possível deve incluir como condições que “todo o material enriquecido deve sair do Irã” e o desmantelamento do “equipamento e da infraestrutura que permite o enriquecimento de urânio“. Ele reiterou que é preciso resolver a questão dos mísseis balísticos.
Leia também: Irã sinaliza flexibilidade nuclear para destravar economia e atrair investimentos dos EUA
Durante sua visita a Genebra, espera-se que Araghchi mantenha conversas com os ministros das Relações Exteriores da Suíça e de Omã, e que também se reúna com o diretor da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), o argentino Rafael Grossi, segundo a chancelaria iraniana.
Estados Unidos e Irã retomaram as conversas sobre o programa nuclear no início de fevereiro, meses depois de uma tentativa anterior de diálogo ter sido frustrada quando Israel iniciou uma guerra sem precedentes contra a república islâmica em junho do ano passado. O conflito se estendeu por 12 dias e os Estados Unidos participaram dos bombardeios.
A retomada das conversas em fevereiro ocorreu em meio às ameaças dos Estados Unidos de uma ação militar, depois que Washington mobilizou os porta-aviões “USS Abraham Lincoln”.
Leia também: Trump insiste em manter diálogo com Irã, mas não descarta ação militar após visita de Netanyahu
As últimas conversas ocorreram depois que Washington ameaçou Teerã com uma ação militar e mobilizou um grupo de porta-aviões na região, primeiro como resposta à repressão violenta contra o movimento de protesto em janeiro e, depois, para pressionar Teerã a alcançar um acordo.
Os países ocidentais e Israel acusam o Irã de tentar desenvolver armas nucleares, algo que Teerã nega, ao afirmar que seu programa nuclear tem fins civis, como a geração de energia.
Além do tema nuclear, Estados Unidos e Irã divergem quanto ao alcance das negociações, que para Teerã deveriam ficar restritos ao tema nuclear. No entanto, Washington e também Israel insistem que é preciso limitar o programa de mísseis balísticos iranianos e que o seu apoio a grupos armados no Oriente Médio deve cessar.
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