CNBC

CNBCCybercab, da Tesla, enfrenta desafios para expansão após primeiro mês em Austin

Mundo

China diz que “opiniões divergentes”, impulsionadas pelos EUA, contribuíram para a falta de consenso no G20

Publicado 04/10/2026 • 09:30 | Atualizado há 1 hora

KEY POINTS

  • A China afirmou neste domingo que “opiniões divergentes”, impulsionadas pelas tarifas dos Estados Unidos, contribuíram para a falta de acordo no G20.
  • Segundo o país, a falta de acordo seria sobre o excesso de capacidade produtiva e trabalho forçado.
  • Os Estados Unidos ocupam neste ano a presidência rotativa do Grupo dos 20, que reúne as principais economias do mundo e também inclui China, Índia, França, Alemanha e Japão.
O presidente da China, Xi Jinping durante abertura do G20

O presidente da China, Xi Jinping durante abertura do G20

Tomaz Silva/Agência Brasil

A China afirmou neste domingo que “opiniões divergentes”, impulsionadas pelas tarifas dos Estados Unidos, contribuíram para a falta de acordo no G20 sobre excesso de capacidade produtiva e trabalho forçado.

Os Estados Unidos ocupam neste ano a presidência rotativa do Grupo dos 20, que reúne as principais economias do mundo e também inclui China, Índia, França, Alemanha e Japão.

Ministros do Comércio realizaram dois dias de reuniões nesta semana em Milwaukee, mas não conseguiram chegar a acordos sobre medidas para combater o excesso de capacidade produtiva e o trabalho forçado, críticas frequentemente direcionadas à China.

Uma minuta de declaração ministerial contra o excesso de capacidade, considerado um fator que reduz os custos de forma injusta, “teve o apoio de todos, com exceção de um pequeno número de membros”, afirmou o principal representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, após as reuniões.

Leia também: China critica tarifas e ‘protecionismo’ dos EUA e defende multilateralismo em reunião do G20

A minuta pedia que todos os países adotassem medidas para eliminar o excesso de capacidade estrutural em suas economias, entre outras ações.

“Questões como excesso de capacidade e trabalho forçado têm sido altamente controversas desde o início”, afirmou o Ministério do Comércio da China em um comunicado divulgado neste domingo.

Times Brasil - CNBC

Siga o Times | CNBC no Google e receba as principais notícias do Brasil e do Mundo.

Siga o Times | CNBC

Segundo o órgão, os membros do G20 estão sujeitos a tarifas relacionadas ao trabalho forçado e são “frequentemente alvos” de investigações sobre excesso de capacidade produtiva.

“Diante desse cenário, muitos membros manifestaram opiniões divergentes, sob diferentes perspectivas, em relação à decisão da presidência de colocar essas questões em pauta e pressionar pela emissão de uma declaração conjunta e pelo estabelecimento de mecanismos de cooperação”, afirmou o ministério.

“… devido às opiniões divergentes entre a maioria dos membros, a reunião não conseguiu produzir um documento final sobre esses temas”, acrescentou.

“A China observou que a declaração do presidente divulgada após a reunião mencionou que os Estados Unidos, juntamente com outras duas nações do G20, emitiram uma declaração fora da estrutura do G20 sobre a questão do trabalho forçado”, acrescentou o ministério.

O comunicado não especificou quais países se opuseram à proposta.

A cúpula de líderes do G20 será realizada em um resort de golfe em Miami pertencente ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meados de dezembro.

Leia mais: China diverge de G20 em crítica a exportações baratas e desequilíbrios globais, diz Bessent

📌 ONDE ASSISTIR AO MAIOR CANAL DE NEGÓCIOS DO MUNDO NO BRASIL:


🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais

🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562

🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube

🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Zapping | Novos Streamings

Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no

MAIS EM Mundo