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DOGE, liderado por Musk, planeja cortar até US$ 10 bilhões em projetos de energia limpa do DoE
Publicado 17/04/2025 • 17:59 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 17/04/2025 • 17:59 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Prédio onde funciona o Departamento de Eficiência Governamental dos EUA, o DOGE
Burkhard Mücke - Own work, CC
O Departamento de Energia dos EUA (DoE, na sigla em inglês) está preparando cortes drásticos que podem interromper quase US$ 10 bilhões em financiamento federal para projetos de energia limpa – e algumas de suas parcerias mais importantes com a Exxon Mobil e a Occidental Petroleum estão em jogo.
Os cortes propostos acabariam com os contratos do governo com empresas de energia que trabalham com hidrogênio, captura de carbono, armazenamento de energia de longa duração e outras tecnologias, de acordo com memorandos do departamento analisados pelo The Wall Street Journal. Espera-se que milhares de empregos no DoE sejam eliminados.
Os cortes fazem parte de uma ampla campanha do Departamento de Eficiência Governamental (Doge, na sigla em inglês) para reduzir a escala do governo e seus gastos. Os esforços do Doge, liderados pelo conselheiro de Donald Trump, Elon Musk, reduziram contratos e resultaram em milhares de cortes de empregos em toda a força de trabalho federal até o momento.
A soma de US$ 10 bilhões reflete os possíveis cortes de verbas em dois escritórios do DoE e, provavelmente, uma parte dos cancelamentos conduzidos pelo Doge que estão sendo considerados em todo o departamento, de acordo com funcionários atuais e antigos.
Jigar Shah, que dirigiu o escritório durante o governo de Joe Biden, disse que o risco é que as empresas levem suas tecnologias, fábricas e projetos para outros países. “Os EUA têm um longo histórico de avanços importantes – incluindo energia solar, armazenamento de baterias e veículos elétricos – mas deixam a China dominar seu desenvolvimento e comercialização”, completou.
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