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Em meio à crise política, ex-premiê da França pede renúncia de Macron e eleições antecipadas
Publicado 07/10/2025 • 19:24 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 07/10/2025 • 19:24 | Atualizado há 4 meses
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Miguel Medina/POOL/ AFP
Macron mantém posição de concluir mandato, mesmo sob pressão e críticas de ex-aliados.
A sugestão para que o presidente francês Emmanuel Macron renuncie ganhou força nesta terça-feira (07), após o ex-primeiro-ministro Édouard Philippe defender eleições presidenciais antecipadas. Philippe propôs que Macron deixasse o cargo depois da aprovação do orçamento para 2026 na Assembleia Nacional.
O ex-premiê, que ocupou o cargo logo após Macron assumir em 2017, argumentou que prolongar a atual instabilidade seria prejudicial ao país. Segundo Philippe, “deveria dizer que não podemos deixar que o que temos vivido nos últimos seis meses se prolongue. Mais 18 meses seria tempo demais e prejudicariam a França”, afirmou o ex-primeiro-ministro, conforme a Associated Press.
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Apesar da pressão, Macron já havia reiterado que vai encerrar normalmente seu segundo e último mandato. O presidente também enfrenta críticas de Gabriel Attal, outro ex-primeiro-ministro, que se mostrou insatisfeito com a decisão de dissolver a Câmara dos Deputados em junho de 2024. “Como muitos franceses, não compreendo mais as decisões do presidente”, disse Attal, em entrevista à emissora TF1 na segunda-feira (06).
O cenário político francês permanece instável desde a dissolução da Assembleia Nacional, o que levou a novas eleições e à formação de um Parlamento dominado por opositores de Macron. Isso resultou na queda sucessiva de governos minoritários.

A mais recente crise se intensificou com a renúncia do primeiro-ministro Sébastien Lecornu, na segunda-feira (06). Lecornu foi o quarto nome a ocupar o cargo de premiê desde a dissolução, sucedendo Attal, Michel Barnier e François Bayrou. Após aceitar a saída de Lecornu, Macron concedeu 48 horas para negociações finais, buscando estabilizar o governo antes de definir o próximo passo.
Nesta terça-feira (07), Lecornu reuniu-se com integrantes da coalizão Socle Commun, formada por conservadores e centristas que já sustentaram governos anteriores. A base, porém, desmoronou rapidamente quando o conservador Bruno Retailleau retirou seu apoio menos de 14 horas depois do anúncio do novo gabinete, na noite de domingo (05).
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