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Enquanto protestos crescem, juíza rejeita pedido de Minnesota para suspender operações anti-imigrantes
Publicado 31/01/2026 • 19:36 | Atualizado há 7 horas
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Publicado 31/01/2026 • 19:36 | Atualizado há 7 horas
KEY POINTS
Reuters
Protestos contra ações do ICE
No sábado, 31 de janeiro de 2026, a juíza federal Katherine Menendez, que atua na Corte Distrital dos EUA em Minneapolis, rejeitou o pedido de liminar para interromper as operações de fiscalização migratória em larga escala no estado.
Minnesota argumentou que a operação federal violava seus direitos estaduais. Porém, em sua decisão, Menendez escreveu que “em última análise, o tribunal considera que o equilíbrio dos prejuízos não favorece de forma decisiva a concessão de uma medida cautelar”, indicando que, embora reconheça que a operação tenha impactos e consequências significativas para o estado, os argumentos apresentados não foram suficientes para justificar a suspensão imediata das ações federais.
Nos últimos meses, Minnesota tem sido cenário de protestos em larga escala contra a presença de agentes federais de imigração, em especial o Serviço de Imigração e Controle de Alfândega dos EUA (ICE), como parte da chamada Operation Metro Surge, uma operação ampliada de fiscalização migratória nas áreas metropolitanas de Minneapolis e Saint Paul. As manifestações ganharam força após incidentes violentos envolvendo agentes do ICE e civis, que geraram indignação pública e mobilizaram movimentos sociais, sindicatos e líderes comunitários.
A tensão aumentou significativamente em janeiro de 2026 com a morte de dois cidadãos americanos em confrontos com agentes federais, incluindo um enfermeiro e uma mãe de família, o que ampliou os protestos nas ruas e levou grupos organizados a convocarem uma greve geral e paralisações econômicas simbólicas no estado.
Além das marchas, atos de resistência e confrontos com autoridades ocorreram em Minneapolis, onde muitos manifestantes se reuniram em frente a prédios federais para expressar sua oposição às ações do ICE. Essas mobilizações refletem um clima de forte polarização, com representantes locais e estaduais acusando o governo federal de excesso de autoridade e violação de direitos civis, enquanto o governo mantém que as ações visam fazer cumprir as leis de imigração.
Autoridades de Minnesota, incluindo o procurador-geral Keith Ellison e os prefeitos de Minneapolis e Saint Paul, argumentaram que a presença massiva de agentes federais afetou a vida cotidiana, forçou escolas a fecharem temporariamente, desviou recursos da polícia local e criou clima de medo entre residentes, tanto imigrantes quanto cidadãos. Eles também alegaram que a operação feriu princípios do Décimo Emenda da Constituição dos EUA, que preserva a soberania dos estados frente ao governo federal.
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