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EUA dizem ter eliminado frota iraniana no Golfo de Omã e ampliam ofensiva contra Teerã
Publicado 02/03/2026 • 19:35 | Atualizado há 1 hora
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Publicado 02/03/2026 • 19:35 | Atualizado há 1 hora
KEY POINTS
Aeronave do Comando Central dos EUA durante exercício de guerra
As Forças Armadas dos Estados Unidos afirmaram nesta segunda-feira (2) ter eliminado toda a presença naval iraniana no Golfo de Omã, declarando que os 11 navios de guerra do Irã que operavam na região foram destruídos. “Há dois dias, o regime iraniano tinha 11 navios no Golfo de Omã; hoje, não tem NENHUM”, publicou o Comando Central dos EUA (Centcom) na rede X.
A declaração amplia o tom adotado pelo presidente Donald Trump, que já havia afirmado no Truth Social que as forças americanas “destruíram e afundaram 9 navios da Marinha iraniana”. Segundo ele, os EUA iriam “atrás do resto” e já teriam atingido “grande parte do quartel-general da Marinha” iraniana.
Ainda nesta segunda, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, informou que 49 líderes iranianos foram mortos desde o início da ofensiva. Em publicação no X, afirmou: “Matar terroristas é bom para a América. 49 dos líderes mais importantes do regime iraniano — incluindo o líder supremo aiatolá Ali Khamenei — já foram eliminados da face da Terra” durante os ataques iniciais da Operação Epic Fury.
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De acordo com o chefe do Estado-Maior americano, general Dan Caine, os EUA atingiram mais de 1.250 alvos nas primeiras 48 horas do conflito. Entre os alvos estão centros de comando e controle, bases de mísseis balísticos, navios, submarinos e instalações de mísseis antinavio, conforme dados divulgados pelo Centcom.
A Guarda Revolucionária iraniana reagiu afirmando que os Estados Unidos “não estarão a salvo em nenhum lugar do mundo”, no terceiro dia da guerra, marcada pela morte do líder supremo aiatolá Ali Khamenei, segundo autoridades americanas.
A Força Quds, unidade de elite responsável por operações externas, declarou em comunicado exibido pela TV estatal que não descansará “até que o inimigo seja derrotado” e que americanos “não estarão mais a salvo em nenhum lugar do mundo, nem mesmo em seus próprios lares”.
O presidente iraniano Masoud Pezeshkian afirmou que o país não permanecerá “em silêncio” após denunciar ataques contra uma escola e um hospital, atribuídos a bombardeios israelenses-americanos. “Os ataques contra os hospitais atentam contra a própria vida. Os ataques contra as escolas atentam contra o futuro da nação. O mundo deve condenar esses atos”, escreveu.
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O Irã afirma que um bombardeio deixou 168 mortos em uma escola no sul do país, mas Estados Unidos e Israel não confirmaram o ataque, que não pôde ser verificado de forma independente. Em Teerã, um hospital foi danificado no domingo.
Na Casa Branca, Donald Trump sinalizou que uma grande onda de ataques contra Teerã está por vir e declarou, em entrevista ao New York Post, que “não tem medo” de enviar soldados ao Irã.
No Pentágono, o secretário de Defesa Pete Hegseth e o general Dan Caine afirmaram que ampliarão o número de caças mobilizados na Operação Fúria Épica, reforçando a ofensiva aérea.
O conflito se expandiu após Israel e a milícia xiita Hezbollah trocarem ataques. O Irã também lançou drones contra alvos no Kuwait, Catar e Arábia Saudita, ampliando o risco de regionalização da guerra.
O chefe de Segurança do Irã, Ali Larijani, declarou que o país não negociará com os Estados Unidos. Enquanto isso, Trump afirmou: “Vamos destruir a capacidade de mísseis do Irã”, classificando o regime como “doente e sinistro” durante cerimônia em homenagem a quatro soldados americanos mortos no conflito.
Segundo Hegseth, os objetivos militares incluem destruir a capacidade iraniana de lançar ataques balísticos e navais contra Israel e ativos americanos no Oriente Médio, além de eliminar definitivamente o programa nuclear iraniano — alvo de ofensivas aéreas no ano passado que não atingiram plenamente esse objetivo.
Trump afirmou que estima que a guerra deve durar de quatro a cinco semanas, embora as tropas americanas estejam preparadas para atuar por mais tempo. Segundo ele, o plano inicial previa até quatro semanas para eliminar a liderança militar iraniana, mas o objetivo teria sido alcançado “em apenas uma hora”.
O presidente declarou ainda que os Estados Unidos levarão “o tempo que for necessário” para encerrar o conflito e que “facilmente vencerão a guerra”, reforçando a disposição de manter a ofensiva até alcançar os objetivos estratégicos.
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