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EUA impõem “quarentena” ao petróleo da Venezuela e intensificam cerco a Maduro
Publicado 24/12/2025 • 18:20 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 24/12/2025 • 18:20 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
MARK SCHIEFELBEIN/ASSOCIATED PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
A Casa Branca determinou que as forças militares dos Estados Unidos concentrem esforços quase exclusivamente em deixar a Venezuela em estado de “quarentena”, segundo um funcionário americano ouvido pela agência de notícias Reuters nesta quarta-feira (24).
“Embora opções militares ainda existam, o foco é primeiro usar a pressão econômica, por meio da aplicação das sanções, para alcançar o resultado que a Casa Branca busca”, afirmou o funcionário.
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A orientação reduz a possibilidade de uma ofensiva terrestre imediata dos Estados Unidos contra a Venezuela, cenário que vinha sendo mencionado reiteradamente pelo presidente Donald Trump. De acordo com a autoridade, que falou sob condição de anonimato, a ordem é para que as forças americanas se concentrem quase exclusivamente “na quarentena do petróleo venezuelano por pelo menos os próximos dois meses”.
“Os esforços até agora exerceram uma pressão tremenda sobre (o presidente venezuelano Nicolás) Maduro, acredita-se que, até o fim de janeiro, a Venezuela enfrentará uma calamidade econômica, a menos que concorde em fazer concessões significativas aos EUA”, afirmou a autoridade.
Na segunda-feira (22), durante evento na Casa Branca, Trump declarou que a coisa “mais inteligente” que o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, poderia fazer seria renunciar, acrescentando que haverá consequências caso o líder venezuelano queira “bancar o durão”.
Já na terça-feira (23), os Estados Unidos informaram ao Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas que pretendem impor e fazer cumprir sanções contra a Venezuela e seu presidente “na máxima extensão permitida”.
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No plano operacional, a Guarda Costeira dos Estados Unidos aguarda a chegada de reforços antes de tentar abordar e apreender o terceiro petroleiro ligado à Venezuela, segundo a Reuters. A movimentação reforça a estratégia de isolamento energético como principal instrumento de pressão no curto prazo.
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Jornalista formada pela Universidade Mackenzie e pós-graduada em economia no Insper. Tem passagem pela Climatempo, CNN Brasil, PicPay e Revista Oeste. É redatora de finanças no Times Brasil – Licenciado Exclusivo CNBC. Eleita uma das 50 jornalistas +Admiradas da Imprensa de Economia, Negócios e Finanças de 2024.
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