Siga o Times Brasil - Licenciado Exclusivo CNBC no
Gastos com caças Boeing anunciado por Trump para o Pentágono podem passar de US$ 50 bi
Publicado 22/03/2025 • 08:10 | Atualizado há 1 ano
BREAKING NEWS:
Paquistão pede pausa de duas semanas após Trump alertar que ‘toda a civilização morrerá’ se não houver acordo para reabrir Ormuz
Ações da ASML caem após proposta dos EUA de restringir exportações atingir um mercado chinês já fragilizado
OpenAI pede investigação sobre supostos ataques de Elon Musk
Ultimato de Trump ao Irã e sinais de possível acordo deixam investidores em suspense
EUA e Irã rejeitam cessar-fogo após Trump dar prazo para abrir Ormuz
“Inimigos silenciosos”: como startups de I.A. tentam resolver um dos maiores problemas do varejo de roupas
Publicado 22/03/2025 • 08:10 | Atualizado há 1 ano
Foto: reprodução/Youtube/Casa Branca
A Boeing venceu a disputa para desenvolver o novo caça de próxima geração do Pentágono, superando a Lockheed Martin. O contrato tem impacto significativo para os resultados financeiros da empresa, sua fragilizada divisão de defesa e sua relação com o governo Trump.
O novo caça substituirá o F-22, da Lockheed, e será projetado para operar junto a drones semiautônomos já em estágio avançado de desenvolvimento. O Pentágono não divulgou estimativas de custo para o programa, mas especialistas calculam que os gastos com pesquisa, desenvolvimento e aquisição possam ultrapassar US$ 50 bilhões.
Para a Boeing, o contrato representa um alívio para sua divisão de defesa, que responde por cerca de um terço da receita da companhia, mas tem acumulado bilhões de dólares em perdas nos últimos anos devido a contratos deficitários. Muitos projetos na área de defesa e espaço sofreram com estouros de orçamento, atrasos e outros problemas.
Nos últimos anos, a Boeing perdeu concorrências importantes para programas do governo dos EUA. Desde que assumiu em novembro, o CEO Kelly Ortberg tem buscado reformular o processo de licitação da empresa para tentar reverter esses prejuízos.
Leia também
Boeing prevê alta de 47% na frota de cargueiros na América Latina até 2043, com 160 entregas
Boeing acumula US$ 2 bilhões em perdas com Starliner após pior ano do programa
O contrato também sinaliza um voto de confiança do governo em uma empresa que enfrenta uma série de crises. O presidente Trump e Elon Musk criticaram publicamente a Boeing por atrasos na substituição do Air Force One e estouros de orçamento em projetos militares.
Ao mesmo tempo, a empresa negocia um acordo com o Departamento de Justiça (DoJ) relacionado aos dois acidentes fatais do 737 Max e precisa de aprovação da Administração Federal de Aviação (FAA) para ampliar a produção de seus 737s, passo essencial para recuperar a lucratividade.
Já para a Lockheed Martin, a derrota é mais um revés. Suas ações vêm caindo nos últimos seis meses, e a empresa tem buscado novos contratos para reduzir a dependência do caça F-35, afetado por atrasos, estouros de custos e problemas de design e software.
Fonte: Dow Jones Newswires
🔷 Canal 562 ClaroTV+ | Canal 562 Sky | Canal 592 Vivo | Canal 187 Oi | Operadoras regionais
🔷 TV SINAL ABERTO: parabólicas canal 562
🔷 ONLINE: www.timesbrasil.com.br | YouTube
🔷 FAST Channels: Samsung TV Plus, LG Channels, TCL Channels, Pluto TV, Roku, Soul TV, Zapping | Novos Streamings
Mais lidas
1
Imposto de Renda 2026: idosos acima de 70 anos são obrigados a declarar?
2
Com lucro em queda e caixa negativo, Cimed pega empréstimo para pagar dividendos
3
Petrobras vende diesel R$ 2,52 abaixo dos importados e pressão por reajuste se acumula
4
Mar Cáspio: o corredor logístico que abriga bilhões em reservas de petróleo e é palco de três guerras ao mesmo tempo
5
Diretor financeiro da Embraer renuncia após seis anos e vai para a Azul