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Novo México investiga denúncia de corpos enterrados perto do rancho de Epstein
Publicado 19/02/2026 • 12:56 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 19/02/2026 • 12:56 | Atualizado há 2 meses
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AFP/Departamento de Justiça dos EUA
O Departamento de Justiça do Novo México informou nesta quarta-feira (18) que abriu uma investigação sobre novas denúncias relacionadas ao financista Jeffrey Epstein, após a divulgação de documentos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos. As alegações apontam que o empresário, já falecido, teria ordenado o enterramento de duas jovens estrangeiras nas proximidades de seu rancho no estado, conhecido como Rancho Zorro.
Segundo a Reuters, a porta-voz do órgão, Lauren Rodriguez, afirmou que foi solicitada uma cópia integral de um e-mail de 2019 contendo as acusações para dar andamento à apuração. Epstein morreu em 2019, enquanto aguardava julgamento por crimes ligados ao tráfico sexual.
O Departamento de Justiça dos EUA não comentou o caso, e o FBI também não se pronunciou até o momento.
A investigação ocorre paralelamente a uma apuração iniciada por legisladores estaduais do Novo México, que examinam possíveis irregularidades no rancho isolado localizado no deserto, onde Epstein costumava receber convidados.
Um painel bipartidário da Câmara estadual foi criado para investigar se a propriedade pode ter sido utilizada para abuso sexual e tráfico de pessoas, além de apurar se autoridades locais teriam ignorado denúncias ao longo dos anos.
Os parlamentares também querem esclarecer por que Epstein não foi registrado como agressor sexual no estado, mesmo após se declarar culpado em 2008 por aliciar uma menor para prostituição.
Durante coletiva de imprensa, a deputada estadual Marianna Anaya, integrante da chamada Comissão da Verdade, pediu que possíveis vítimas e testemunhas se manifestem.
Segundo ela, há indícios de que Epstein não atuava sozinho e que uma rede de cúmplices pode ter participado das atividades criminosas.
A comissão afirma que pretende investigar também possíveis falhas institucionais e eventual envolvimento de agentes públicos.
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O rancho foi adquirido por Epstein em 1993 e inclui uma mansão de cerca de 2.480 metros quadrados, além de uma pista de pouso privada. A propriedade fica a aproximadamente 56 quilômetros de Santa Fé.
Relatos de sobreviventes indicam que atividades de tráfico sexual também teriam ocorrido no local, embora Epstein nunca tenha sido formalmente acusado no Novo México.
Em 2023, o imóvel foi vendido pelo espólio do empresário e renomeado como Rancho San Rafael. Os novos proprietários afirmaram que irão cooperar com qualquer investigação.
Leia também: Caso Epstein: Polícia britânica busca testemunhas de tortura e tráfico humano em nova investigação
A Comissão da Verdade criada pelos legisladores possui poder de intimação e orçamento superior a US$ 2 milhões, e tem como objetivo reunir provas, ouvir testemunhas e preencher lacunas deixadas por investigações anteriores.
Autoridades estaduais afirmam que o trabalho pode esclarecer eventuais omissões de órgãos públicos e aprofundar a responsabilização de envolvidos.
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Epstein foi acusado de abusar sexualmente e explorar dezenas de menores de idade. Ele morreu em uma prisão de Manhattan em 2019.
O caso já resultou em acordos financeiros com instituições bancárias, incluindo US$ 17 milhões destinados à prevenção do tráfico de pessoas, após investigações conduzidas pelo procurador-geral do Novo México.
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