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Ouro fecha semana em alta com ativos seguros e Fed
Publicado 12/12/2025 • 17:12 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 12/12/2025 • 17:12 | Atualizado há 2 meses
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Ouro
O ouro fechou em alta nesta sexta-feira (12), preso no contraste entre demanda por refúgios de segurança e realização de lucros com a intensa deterioração no sentimento de risco em Wall Street por temores de bolha IA, além de incertezas sobre o rumo do Federal Reserve (Fed).
A prata, por outro lado, devolveu na sessão parte dos ganhos da véspera, que levaram o metal ao seu maior nível histórico.
Na Comex, divisão de metais da bolsa de Nova York (Nymex):
O metal dourado passou a maior parte da sessão em alta de aproximadamente 1%, mas apagou ganhos e chegou a flertar com território negativo com a piora das bolsas de Nova York. Apesar disso, conseguiu se manter acima da marca de US$ 4.300 por onça troy.
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Em análise divulgada nesta manhã, o Commerzbank destaca que a reunião do Fed nessa semana trouxe um impulso positivo. O banco alemão ressalta que, embora haja sinais de uma pausa na flexibilização da política monetária na próxima reunião em janeiro, a porta “permanece aberta” para novos cortes nos juros posteriormente, o que pode dar suporte ao metal dourado.
Apesar do otimismo do Commerzbank, presidentes de distritais do Fed alertaram para a possibilidade de uma abordagem mais cautelosa. Jeffrey Schmid (Kansas City) destacou que a inflação permanece ainda muito alta; Beth Hammack (Cleveland) mencionou que há um esfriamento gradual no mercado de trabalho; Austan Goolsbee (Chicago) classificou como “precipitada” a decisão de redução dos juros por falta de dados; e Anna Paulson (Filadélfia) destacou que a reunião de janeiro deve ser mais calibrada por conta das maiores informações que devem estar disponíveis.
Dentre outros metais preciosos, a Capital Economics avalia que a alta nos preços da prata deverá se inverter no próximo ano. “Esse aumento na demanda por metais preciosos para investimento, especialmente no Ocidente, onde o sentimento tende a ser sensível a mudanças na política monetária dos EUA, pode se inverter rapidamente”, explica.
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