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Pequim condena como “discriminatória” a proibição de compras chinesas de terras agrícolas nos EUA
Publicado 09/07/2025 • 09:43 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 09/07/2025 • 09:43 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
Pequim anunciou retaliação tarifária aos produtos dos Estados Unidos
Pixabay
Pequim condenou nesta quarta-feira (9) as novas restrições impostas por Washington às compras de terras agrícolas nos Estados Unidos por cidadãos chineses, classificando a medida como “discriminatória” e em desacordo com as regras do comércio internacional.
O governo do presidente Donald Trump anunciou nesta semana que começará a restringir a aquisição de terras agrícolas por nacionais chineses e outros “adversários estrangeiros”.
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Mao Ning, porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, criticou as restrições, afirmando que se trata de “uma prática discriminatória típica, que viola os princípios da economia de mercado e as regras econômicas e comerciais internacionais, e que acabará prejudicando os próprios interesses dos Estados Unidos”.
“Instamos os EUA a pararem imediatamente de politizar questões econômicas, comerciais e de investimento”, disse Mao.
Na terça-feira, a secretária da Agricultura dos EUA, Brooke Rollins, apresentou o Plano Nacional de Ação para Segurança das Fazendas, citando preocupações com a segurança nacional e mencionando “aquisição de terras agrícolas americanas pelo Partido Comunista Chinês”.
Rollins afirmou que a administração Trump também pretende “reaver o que já foi adquirido pela China e por outros adversários estrangeiros”.
Segundo o Departamento de Agricultura dos EUA, a China ocupava a 20ª posição na lista de proprietários estrangeiros de terras agrícolas no país no fim de 2023, com 277.336 acres (cerca de 112.234 hectares).
Entre os maiores proprietários chineses de terras agrícolas nos EUA está a Smithfield Foods, comprada em 2013 pela empresa chinesa WH Group.
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