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Petróleo fecha em alta pelo terceiro dia seguido; veja motivos
Publicado 11/11/2025 • 18:22 | Atualizado há 4 meses
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Publicado 11/11/2025 • 18:22 | Atualizado há 4 meses
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Agência Brasil
Plataforma de petróleo
Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta pela terceira sessão consecutiva nesta terça-feira (11), com tensões geopolíticas e dados que apontam um mercado de trabalho enfraquecido nos Estados Unidos, pressionando o dólar. Também no radar, expectativas acerca da oferta global.
O petróleo WTI para dezembro, negociado na New York Mercantile Exchange (Nymex), fechou em alta de 1,51% (US$ 0,91 / cerca de R$ 4,79, na cotação atual), a US$ 61,04 (R$ 321,67) o barril. Já o Brent para janeiro, negociado na Intercontinental Exchange de Londres (ICE), avançou 1,71% (US$ 1,10 / R$ 5,79), a US$ 65,16 (R$ 343,09) o barril.
A commodity chegou a operar no negativo durante a madrugada, mas virou para alta pela manhã e acelerou o ritmo conforme o dólar se enfraquecia com a publicação de números do ADP, que apontam perda de mais de 11 mil empregos no setor privado dos EUA.
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Durante a tarde, o petróleo novamente ampliou ganhos após notícias passarem a circular de que um novo ataque de drones da Ucrânia atingiu a refinaria russa de Orsknefteorgsintez. O local é uma das unidades de processamento de petróleo mais importantes do país.
Com o anúncio de novas sanções dos EUA contra a Rússia, o Commerzbank aponta que clientes na China e na Índia se tornaram mais “cautelosos” na compra do petróleo russo. Apesar disso, os analistas destacam que “a Rússia provou repetidamente nos últimos três anos que consegue encontrar maneiras de continuar colocando seu petróleo no mercado”. “Se os descontos forem grandes o suficiente, compradores continuarão surgindo”, afirmou o banco.
Enquanto isso, a imprensa internacional afirma que as exportações da Rússia permanecem estáveis, mesmo após as sanções.
Além disso, com o aumento de produção da Opep+, o Commerzbank ainda prevê excesso de oferta para o próximo ano, o que tende a manter os preços da commodity sob pressão.
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