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Petróleo sobe com tensões globais, mas fecha semana em queda
Publicado 19/12/2025 • 17:34 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 19/12/2025 • 17:34 | Atualizado há 3 meses
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Pixabay
Plataforma de petróleo
O petróleo fechou em alta pela terceira sessão consecutiva nesta sexta-feira (19), impulsionado pelas tensões geopolíticas globais, sobretudo em relação aos Estados Unidos e Venezuela, enquanto um acordo de paz para a Ucrânia não deve se concretizar até o Natal, como pretendia o presidente norte-americano, Donald Trump.
Nesta sexta, o petróleo WTI para fevereiro, negociado na Nymex, fechou em alta de 0,93% (US$ 0,52 | cerca de R$ 2,86, na cotação atual), a US$ 56,52 (R$ 310,86) o barril. Já o Brent para mesmo mês, negociado na ICE, avançou 1,08% (US$ 0,65 | R$ 3,58), a US$ 60,47 (R$ 332,59) o barril. Na semana, contudo, o WTI acumulou perdas de 1,60% e o Brent de 1,06%.
Aumentando as tensões entre os países, Trump afirmou nesta sexta que ainda considera a possibilidade de uma guerra com a Venezuela, em entrevista por telefone para a NBC News, e o secretário de Estado, Marco Rubio, apontou que o país latino-americano “é o único que não coopera no combate aos cartéis”.
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No Leste Europeu, o enviado especial da Casa Branca, Steve Witkoff, deve se reunir ainda nesta sexta com os conselheiros de segurança nacional da Alemanha, França, Reino Unido e Ucrânia em Miami. Uma agenda com a delegação russa é prevista para este fim de semana também na Flórida.
Em sua conferência de imprensa anual, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, afirmou que Moscou está disposta a avançar em negociações para encerrar a guerra, mas avaliou que ainda não vê prontidão do lado ucraniano e do Ocidente.
A Ritterbusch observa que o potencial de perda de fornecimento venezuelano é modesto, especialmente em comparação com os possíveis ajustes na futura oferta global se um acordo entre Ucrânia e Rússia for alcançado. Contudo, a empresa considera provável que a guerra se estenda ao longo de 2026.
Olhando para o futuro, a oferta abundante permanecerá como o fator dominante nos mercados de energia no ano que vem, alerta a Capital Economics.
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