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Petróleo sobe 2,5% após Irã afirmar ter atacado base aérea dos EUA depois de novos bombardeios americano
Publicado 28/05/2026 • 08:50 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 28/05/2026 • 08:50 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Os preços do petróleo subiram nesta quinta-feira (28) após novos ataques dos Estados Unidos ao Irã aumentarem os temores sobre possíveis interrupções no tráfego comercial pelo Estreito de Ormuz.
Os contratos futuros do petróleo Brent, referência internacional, avançavam 2,76%, para US$ 96,99 o barril às 8h30 no horário de Brasília, reduzindo ganhos anteriores que chegaram a ultrapassar 3%. Já o petróleo West Texas Intermediate (WTI) subia 2,6%, para US$ 96,98 o barril.
Leia também: Petróleo fecha em queda com otimismo para acordo entre EUA e Irã; WTI fica abaixo dos US$ 90
A Guarda Revolucionária do Irã informou nesta quinta-feira que atingiu uma base aérea dos Estados Unidos por volta das 4h50 no horário local, segundo a agência semioficial iraniana Tasnim. O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês) não especificou a localização da base atacada.
O anúncio ocorreu após forças americanas lançarem novos ataques no Irã contra uma instalação militar considerada uma ameaça às tropas dos EUA e ao transporte comercial pelo Estreito de Ormuz, informou uma autoridade americana à MS NOW. Os militares dos Estados Unidos também teriam interceptado e derrubado vários drones iranianos.
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Siga o Times | CNBCLeia também: Petróleo sobe após novos ataques dos EUA no Irã elevarem temor sobre Ormuz
Em uma nota publicada no fim da quarta-feira, o Citi afirmou que o mercado de petróleo vinha encontrando maior estabilidade à medida que investidores reduziam as apostas em cenários extremos de interrupção no fornecimento, diante de sinais de que Washington e Teerã estariam mais próximos de um acordo.
Ainda assim, o banco alertou que a incerteza sobre o momento de um eventual acordo mantinha os bancos centrais em estado de atenção, enquanto autoridades monetárias avaliam políticas mais restritivas em resposta aos riscos de inflação impulsionados pela alta da energia.
Segundo o Citi, a prolongada disparada nos preços do petróleo começou a se espalhar para pressões inflacionárias mais amplas, especialmente por meio dos chamados “efeitos de segunda rodada”, levando alguns bancos centrais a adotarem uma postura mais agressiva no combate à inflação.
Leia mais: Entenda por que petróleo ainda pode voltar a subir mesmo com avanço de negociações entre EUA e Irã
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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