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Polícia paquistanesa prende 160 pessoas por onda de ataques ao KFC
Publicado 19/04/2025 • 11:59 | Atualizado há 12 meses
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Publicado 19/04/2025 • 11:59 | Atualizado há 12 meses
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Cerca de 160 pessoas foram presas após uma série de 20 ataques a unidades do KFC no Paquistão, informou o governo neste sábado (19). Em um dos casos, um funcionário foi morto a tiros.
A rede de fast food, fundada nos Estados Unidos, tornou-se alvo de protestos e campanhas de boicote organizadas por partidos islamistas desde o início da guerra em Gaza, que associam a marca ao apoio dos EUA a Israel.
Ao longo deste mês, multidões têm protestado em frente a unidades do KFC, quebrando janelas, ateando fogo e ameaçando os funcionários.
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“Um total de 20 incidentes foi registrado em todo o Paquistão, com uma morte confirmada. A vítima era um funcionário do KFC”, afirmou o vice-ministro do Interior, Talal Chaudhry, em coletiva de imprensa neste sábado, classificando a rede como “sob ataque”.
O funcionário do KFC foi morto a tiros em uma unidade localizada na periferia de Lahore, capital da província de Punjab, no último domingo. Um policial informou à AFP que ainda não está claro se o crime teve motivação relacionada aos protestos recentes.
Segundo Chaudhry, 145 pessoas foram presas na província de Punjab e outras 15 na capital nacional, Islamabad, por envolvimento nos ataques.
“Esses restaurantes compram tudo de fornecedores locais, empregam trabalhadores paquistaneses e os lucros permanecem dentro do país”, ressaltou o vice-ministro.
O KFC e sua controladora, a Yum! Brands, ainda não se pronunciaram sobre o caso.
Em março do ano passado, um restaurante do KFC localizado na região da Caxemira administrada pelo Paquistão foi incendiado durante um protesto em que manifestantes gritavam “Palestina livre”.
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