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Post apagado de secretário dos EUA cita escolta de petroleiro pela Marinha no Estreito de Ormuz

Publicado 10/03/2026 • 19:44 | Atualizado há 2 horas

KEY POINTS

  • Chris Wright afirmou em rede social que a Marinha dos EUA escoltou um petroleiro pelo Estreito de Ormuz, durante as operações militares contra o Irã, mas a publicação foi apagada pouco depois, sem explicação oficial.
  • A declaração ocorre em meio ao temor de interrupções no transporte de petróleo na região, responsável por cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo, um dos principais focos de tensão da guerra.
  • Apesar da postagem, o chefe do Estado-Maior Conjunto, general Dan Caine, disse que os militares ainda não receberam pedidos formais para escoltar navios, embora estudem alternativas para manter a rota aberta.
Uma publicação do secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, afirmando que a Marinha americana escoltou um petroleiro pelo Estreito de Ormuz, foi apagada pouco depois de ser publicada nas redes sociais nesta quarta-feira (10), em meio às operações militares dos EUA contra o Irã.

Uma publicação do secretário de Energia dos Estados Unidos, Chris Wright, afirmando que a Marinha americana escoltou um petroleiro pelo Estreito de Ormuz, foi apagada pouco depois de ser publicada nas redes sociais nesta quarta-feira (10), em meio às operações militares dos EUA contra o Irã..

A mensagem havia sido publicada por Wright no Facebook e mencionava ações do governo do presidente Donald Trump para manter o fluxo global de petróleo durante as operações militares dos EUA contra o Irã.

Na postagem, Wright escreveu que “o presidente Trump está mantendo a estabilidade da energia global durante as operações militares contra o Irã” e afirmou que “a Marinha dos EUA escoltou com sucesso um petroleiro pelo Estreito de Ormuz para garantir que o petróleo continue fluindo para os mercados globais”.

Leia também: Petróleo, Ucrânia, Irã: o que a Rússia pode ganhar e perder com a guerra no Oriente Médio

A declaração surgiu em meio às crescentes preocupações sobre possíveis interrupções no transporte marítimo na região, já que cerca de um quinto do petróleo comercializado no mundo passa pelo Estreito de Ormuz, área que se tornou um dos principais pontos de risco desde o início do conflito entre Estados Unidos e Irã.

No início de fevereiro, o Departamento de Transportes dos EUA recomendou que navios comerciais com bandeira americana evitassem, sempre que possível, o mar territorial iraniano ao cruzar o Estreito de Ormuz e o Golfo de Omã, diante do risco de abordagens ou apreensões por forças iranianas.

Mais recentemente, Donald Trump afirmou que a Marinha americana poderia escoltar petroleiros na região caso fosse necessário, para garantir o fluxo de energia global. Na ocasião, o presidente declarou que os Estados Unidos fariam isso “custe o que custar”.

Apesar disso, o chefe do Estado-Maior Conjunto dos EUA, general Dan Caine, afirmou que as Forças Armadas ainda não receberam pedidos formais para escoltar petroleiros no Estreito de Ormuz, embora estejam avaliando opções para manter a rota marítima aberta ao tráfego internacional.

Americanos mortos

Cerca de 140 militares americanos ficaram feridos desde o início da guerra no Oriente Médio em 28 de fevereiro, informou o Pentágono nesta terça-feira (10).

“A grande maioria desses ferimentos foi leve, e 108 militares já voltaram ao serviço“, disse o porta-voz do Pentágono, Sean Parnell, em um comunicado.

“Oito militares continuam gravemente feridos e estão recebendo o mais alto nível de atendimento médico”, acrescentou Parnell.

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