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Putin admite que inflação na Rússia é um ‘sinal alarmante’ e que economia está ‘superaquecida’
Publicado 19/12/2024 • 14:11 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 19/12/2024 • 14:11 | Atualizado há 8 meses
KEY POINTS
Vladimir Putin, presidente da Rússia.
O presidente russo, Vladimir Putin, reconheceu nesta quinta-feira (19) que a Rússia enfrenta problemas com a inflação e que a economia do país está superaquecida.
Em sua tradicional sessão anual de perguntas e respostas com cidadãos, Putin destacou que “há algumas questões aqui, como a inflação e um certo superaquecimento da economia”. Segundo ele, governo e Banco Central estão incumbidos de reduzir o ritmo dessas pressões.
De acordo com dados recentes, o índice de preços ao consumidor na Rússia alcançou 8,9% em novembro, em comparação ao mesmo mês do ano anterior, superando os 8,5% registrados em outubro. Esse aumento foi impulsionado, principalmente, pela alta nos preços dos alimentos, com destaque para o custo de leite e derivados, que dispararam em 2023.
A desvalorização do rublo, provocada por novas sanções impostas pelos Estados Unidos em novembro, também contribuiu para a inflação, elevando os custos de importação. Paralelamente, um aumento expressivo nos gastos militares gerou escassez de mão de obra, insumos e produção em outros setores, pressionando os preços e levando trabalhadores a exigirem salários mais altos.
Putin classificou a inflação como “um sinal alarmante” e afirmou que a taxa já alcança cerca de 9,3%, conforme conversou com a presidente do Banco Central, Elvira Nabiullina. Ainda assim, ele enfatizou que os salários reais cresceram 9% em 2023, mesmo descontada a inflação, e que a renda disponível da população também aumentou.
O Banco Central da Rússia deve anunciar, na sexta-feira (20), um aumento de 200 pontos base na taxa de juros, que passará para 23% — o maior nível em uma década — para conter a inflação elevada, consequência do contexto de guerra.
Putin atribuiu parte da responsabilidade pelo aumento de preços às sanções internacionais, mas também fez críticas ao Banco Central. “Especialistas sugeriram que poderiam ser usados outros instrumentos além das taxas de juros para controlar a inflação”, disse ele.
Apesar das adversidades, Putin demonstrou otimismo com a economia russa, prevendo um crescimento de 3,9% a 4% este ano e projetando uma expansão de 2% a 2,5% para 2024. Entretanto, o Fundo Monetário Internacional (FMI) prevê uma desaceleração para 1,3% em 2025, com consumo privado e investimentos reduzidos devido à menor oferta de trabalho e salários em ritmo mais lento.
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