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Startup usa IA para criar bateria de poeira lunar para a Blue Origin
Publicado 04/12/2025 • 05:00 | Atualizado há 3 meses
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Publicado 04/12/2025 • 05:00 | Atualizado há 3 meses
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New Glenn na decolagem
Divulgação/BlueOrigin
A Blue Origin revelou nesta quarta-feira (3), na conferência Amazon re:Invent 2025 em Las Vegas, um dispositivo capaz de transformar poeira lunar em energia. O equipamento, apelidado de “aspirador lunar”, foi desenvolvido com tecnologia da Istari Digital, uma startup especializada no uso de inteligência artificial para criação de sistemas avançados.
Segundo Will Roper, CEO da Istari, o dispositivo opera sugando poeira da superfície lunar e extraindo o calor armazenado no material, permitindo que seja usado como fonte energética. “É como passar aspirador de pó em casa, só que você gera eletricidade enquanto faz isso”, disse o executivo em entrevista à CNBC.
A solução busca enfrentar uma das grandes limitações das missões lunares: a noite lunar. A cada 28 dias, a Lua permanece cerca de duas semanas na escuridão, período em que temperaturas despencam e danificam equipamentos, tornando praticamente impossível manter sistemas funcionando sem uma fonte de energia estável e duradoura.
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Roper afirmou que a bateria foi totalmente projetada por inteligência artificial. Ex-secretário adjunto da Força Aérea dos EUA durante o primeiro mandato de Donald Trump, ele ganhou notoriedade ao reformular processos de aquisição das Forças Armadas, incluindo a então recém-criada Força Espacial.
Um dos diferenciais da tecnologia da Istari está na forma como a plataforma reduz alucinações de IA e controla o processo criativo. De acordo com Roper, a ferramenta estabelece requisitos técnicos e cria “barreiras” que impedem que a IA ultrapasse limites de projeto.
“Nesse ambiente, a IA pode gerar o que quiser”, explicou. “No caso da bateria lunar, isso não garantia que o desenho fosse ideal, mas assegurava que todos os requisitos e padrões fossem atendidos antes de seguir para validação.”
A Istari é apoiada pelo ex-CEO do Google, Eric Schmidt, e já mantém contratos com o governo dos EUA, incluindo seu papel como uma das contratadas da Lockheed Martin na aeronave experimental não tripulada X-56A.
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Este conteúdo foi fornecido pela CNBC Internacional e a responsabilidade exclusiva pela tradução para o português é do Times Brasil.
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