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Taiwan acusa China de nova operação militar próxima à ilha
Publicado 26/05/2026 • 15:12 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 26/05/2026 • 15:12 | Atualizado há 5 meses
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O secretário-geral do Conselho de Segurança Nacional de Taiwan, Joseph Wu, acusou a China nesta terça-feira, 26, de realizar um patrulhamento militar próximo à ilha pela segunda vez em uma semana.
“Pela segunda vez em uma semana, pouco depois da cúpula de Pequim, o Exército de Libertação Popular da China (PLA, na sigla em inglês) realizou uma ‘patrulha conjunta de prontidão de combate’ ao redor de Taiwan”, escreveu Wu em publicação no X.
Ele afirmou que Taiwan identificou também o grupo do porta-aviões Liaoning, da Marinha do PLA, no Pacífico Ocidental. O ato, segundo Wu, ocorreu “sem provocação”. “A República Popular da China é a única fonte de instabilidade na região do Indo-Pacífico”, acrescentou.
Antes das declarações de Wu, o Ministério da Defesa Nacional de Taiwan já havia confirmado a identificação de incursões de aeronaves militares chinesas, embarcações da Marinha do PLA e um navio oficial em operação nos arredores da ilha por volta das 6 horas desta terça-feira, no horário local.
“24 das 29 incursões cruzaram a linha mediana e entraram na Zona de Identificação de Defesa Aérea (ADIZ, na sigla em inglês) das regiões norte, central, sudoeste e leste de Taiwan”, afirmou a pasta, acrescentando que as Forças Armadas da ilha “monitoraram a situação e responderam”.
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A China considera Taiwan parte de seu território, enquanto a ilha se define como uma nação “democrática, soberana e independente”.
No último sábado, 23, Wu afirmou que dados de inteligência taiwaneses mostraram que a China mobilizou mais de 100 embarcações ao redor da Primeira Cadeia de Ilhas – conceito que abrange regiões como Taiwan, Filipinas e Japão.
“Nesta região, a China seria o único problema que está quebrando o status quo e ameaçando a paz e estabilidade regional”, disse Wu.
Durante a viagem do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para Pequim, um dos temas abordados foi a venda de armas norte-americanas para Taiwan. No fim de semana, Washington anunciou que essas vendas estavam “suspensas”, sob a justificativa de garantir que os EUA tenham munição suficiente para as operações no Irã.
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