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Alckmin diz que Brasil não perde competitividade com tarifa igual para todos
Publicado 22/02/2026 • 13:37 | Atualizado há 2 meses
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Publicado 22/02/2026 • 13:37 | Atualizado há 2 meses
KEY POINTS
O presidente em exercício e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, avaliou como positiva para o Brasil a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que derrubou tarifas impostas pelo governo de Donald Trump. “Como a alíquota agora é igual para todo mundo, nós não perdemos competitividade”, afirmou neste domingo (22), durante agenda em Aparecida (SP).
Segundo Alckmin, a mudança elimina sobretaxas que colocavam o Brasil em desvantagem em relação a outros países e, em alguns casos, levou à redução de impostos para produtos brasileiros. Ele citou setores como combustíveis, carne, café, suco de laranja, celulose e aeronáutica.
No segmento de aeronaves e peças, o vice-presidente destacou que a alíquota de 10% foi zerada. “Algumas indústrias, se não exportarem, não sobrevivem. Se você olha a Embraer, não tem como ter uma fábrica de avião para vender só para o mercado interno”, afirmou. Alckmin ressaltou ainda que a tarifa média aplicada pelo Brasil a produtos americanos é de 2,7%.
Leia também: Índia adia visita comercial a Washington após mudança na tarifa dos EUA, diz fonte à CNBC
Em relação às tarifas impostas com base na Seção 232 — como as aplicadas sobre aço, alumínio e cobre — Alckmin afirmou que a medida vale para todos os países, o que, segundo ele, evita desvantagem específica para o Brasil.
O vice-presidente também indicou que a viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos, prevista para março, deve abrir espaço para novas negociações comerciais. “Há uma avenida de negociação ainda, para questões também não tarifárias”, disse. Ele mencionou preocupação com possíveis medidas sob a chamada Seção 301, mas afirmou que os temas serão esclarecidos.
Alckmin destacou que o Brasil registrou recorde de exportações em 2025, superando US$ 348 bilhões, mesmo diante das incertezas comerciais. Segundo ele, o resultado reflete a diversificação de mercados.
O vice-presidente comentou ainda o acordo entre Mercosul e União Europeia, que deve avançar na Câmara dos Deputados nesta terça-feira (24). “É o maior acordo entre blocos do mundo. São mais de US$ 22 trilhões e 720 milhões de pessoas neste mercado”, afirmou.
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