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Alckmin cobra aprovação rápida de plano para conter impacto do tarifaço dos EUA e diz que não haverá impacto fiscal
Publicado 16/08/2025 • 13:14 | Atualizado há 7 meses
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Publicado 16/08/2025 • 13:14 | Atualizado há 7 meses
KEY POINTS
O vice-presidente da República e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin, afirmou neste sábado (16) que o governo brasileiro segue engajado nas negociações com os Estados Unidos para reverter o tarifaço de 50% imposto sobre parte da pauta exportadora nacional.
“Nosso trabalho é continuar a negociação e o diálogo com os EUA”, disse Alckmin, ao lembrar que 74% dos produtos norte-americanos vendidos ao Brasil não pagam imposto de importação. Ele citou levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), segundo o qual a tarifa média efetiva aplicada sobre os produtos dos EUA foi de 2,7% em 2023.
“Tem um parceiro melhor, um parceiro bom como o Brasil para os EUA?”, questionou o vice-presidente.
Durante visita à concessionária Prima Via Fiat, em Brasília, Alckmin comentou o desempenho do programa Carro Sustentável, que reduz a alíquota de IPI para veículos compactos mais leves, eficientes e fabricados no Brasil.
Segundo ele, as vendas dos chamados “carros sustentáveis” na unidade cresceram 108% em julho, em comparação com a média entre janeiro e junho deste ano.
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“Esse programa do carro sustentável tem importância social, porque é o carro de entrada, o mais barato. As pessoas que não tinham acesso ao carro, passam a ter. Ele tem importância econômica, porque a concessionária vende mais. E tem importância ambiental, o carro é sustentável”, disse.
De acordo com dados do governo, a medida já resultou em reduções de até R$ 13 mil no preço final dos veículos e contribuiu para a alta de 16,7% nas vendas de automóveis em nível nacional, conforme balanço da Anfavea.
Questionado sobre o impacto do tarifaço de 50% imposto pelos EUA, Alckmin ressaltou a necessidade de aprovação rápida do projeto de lei complementar que prevê medidas de compensação. O plano busca mitigar os efeitos da taxação sobre os setores exportadores mais afetados.
“O importante é que haja celeridade na aprovação do plano de contingência”, declarou.
Ele destacou que as medidas propostas não pressionam as contas públicas: “Não há impacto fiscal com Reintegra e drawback, previstos no plano de contingência”.
Em tom crítico, acrescentou: “É lamentável que brasileiros continuem trabalhando contra o Brasil”.
Alckmin evitou comentar sobre denúncias de suposto emprego de “funcionários fantasmas” na presidência da Câmara, dizendo não ter detalhes do caso. Limitou-se a afirmar que o governo segue empenhado em garantir apoio político para aprovar as medidas em discussão.
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