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Alckmin diz que governo prepara plano especial para empresas mais afetadas por tarifa dos EUA
Publicado 08/08/2025 • 14:08 | Atualizado há 6 meses
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Publicado 08/08/2025 • 14:08 | Atualizado há 6 meses
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As empresas brasileiras que mais dependem das exportações para os Estados Unidos terão atenção especial no plano de contingência que o Governo Federal prepara para mitigar os efeitos das tarifas adicionais de 50% impostas pelo país norte-americano. O anúncio foi feito pelo vice-presidente e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), Geraldo Alckmin.
“A tarefa é trabalhar para reduzir essa alíquota e excluir o máximo que a gente puder do chamado tarifaço e, de outro lado, ter um plano de contingência para atender os setores mais expostos às exportações para os Estados Unidos”, disse Alckmin, após reunião com o encarregado de negócios da Embaixada dos EUA no Brasil, Gabriel Escobar.
Entre os segmentos mais atingidos está o de pescado. Alckmin lembrou que, embora a tilápia seja majoritariamente consumida no mercado interno, o atum, por exemplo, tem como principal destino a exportação, com peso relevante nas vendas ao mercado norte-americano.
Outro setor destacado é o do aço. O Brasil importa carvão siderúrgico, transforma em aço semiplano e exporta para os Estados Unidos, que utiliza o material em automóveis, aviões e máquinas. A tarifa, segundo o vice-presidente, encarece essa cadeia e gera insegurança jurídica.
Alckmin reforçou que o governo brasileiro continua tentando reverter ou atenuar os efeitos do tarifaço por meio da diplomacia. “O diálogo a gente nunca pode desistir. É perseverar, ter resiliência, mostrar que isso é um perde-perde e que é uma coisa ruim também para os Estados Unidos. Vai encarecer os produtos americanos, romper cadeias produtivas”, afirmou.
Segundo ele, além de seguir negociando, é preciso agir: “A vida continua e as empresas têm compromissos a serem cumpridos, garantindo o emprego e a atividade produtiva.”
Durante o encontro com Escobar, Alckmin apresentou dados que, segundo ele, evidenciam a assimetria no tratamento comercial: “De cada dez maiores produtos exportados dos Estados Unidos para o Brasil, em oito a alíquota é zero. A tarifa média é 2,7%.”
O vice-presidente sugeriu a construção de uma nova pauta bilateral, incluindo temas como data centers, big techs e minerais estratégicos. “Você pode construir uma pauta de entendimento para superar esse problema. Nós não criamos, mas vamos trabalhar para resolver”, concluiu.
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