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Trump fala em fraude eleitoral e pressiona Congresso por mudanças no sistema de voto
Publicado 08/02/2026 • 14:40 | Atualizado há 8 meses
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Publicado 08/02/2026 • 14:40 | Atualizado há 8 meses
Ken Cedeno/Reuters
Donald Trump, presidente dos EUA
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou em nova publicação que as eleições americanas são “fraudadas, roubadas e motivo de chacota no mundo todo” e pediu que parlamentares republicanos apoiem mudanças no sistema eleitoral.
Na mensagem divulgada em sua rede social, Trump defendeu a aprovação do que chamou de “Lei para Salvar a América”, com três pilares principais:
• exigência de documento de identificação para todos os eleitores
• comprovação de cidadania americana no registro eleitoral
• proibição do voto por correio, com exceções para doença, deficiência, serviço militar ou viagens
“Ou vamos corrigir isso, ou não teremos mais um país”, escreveu o presidente.
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A declaração ocorre em meio à repercussão negativa da circulação de um vídeo com teorias da conspiração sobre as eleições de 2020. As imagens mostram o ex-presidente Barack Obama e a ex-primeira-dama Michelle Obama em corpos de macacos, o que gerou críticas e indignação de opositores.
O conteúdo reacendeu o debate sobre desinformação eleitoral e o impacto político das acusações recorrentes de fraude feitas por Trump desde o pleito passado.
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A exigência de identificação obrigatória e de comprovação de cidadania já foi defendida por republicanos em outros momentos, enquanto democratas e organizações civis argumentam que tais medidas podem restringir o acesso de eleitores ao processo democrático.
A proposta de limitar o voto por correio também é controversa. Durante a pandemia, esse tipo de votação foi amplamente utilizado e, segundo autoridades eleitorais estaduais e federais, não houve evidências de fraude em escala capaz de alterar o resultado das eleições.
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Para analistas em Washington, a nova ofensiva retórica de Trump indica que o tema eleitoral continuará sendo um dos eixos centrais do debate político no país, especialmente às vésperas de discussões legislativas sensíveis no Congresso.
O pedido direto aos parlamentares republicanos coloca pressão adicional sobre líderes do partido, que terão de decidir se endossam formalmente a iniciativa presidencial ou buscam uma abordagem mais moderada para evitar novos embates judiciais e institucionais.
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