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UE aprova retaliações contra a China por dispositivos médicos
Publicado 02/06/2025 • 21:38 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 02/06/2025 • 21:38 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
As bandeiras da União Europeia (E) e da China estão lado a lado na Chancelaria em 20 de junho de 2023 em Berlim, Alemanha.
Sean Gallup | Getty Images News | Getty Images (Reprodução CNBC Internacional)
Os países da União Europeia votaram na segunda-feira (2) para excluir empresas chinesas da venda de dispositivos médicos no bloco como represália ao fato de Pequim ter restringido importações europeias nesse setor, afirmaram diplomatas.
Essa restrição marcou a primeira vez que a UE utilizou seu Instrumento de Aquisições Internacionais, uma regulamentação de 2022 que permite medidas recíprocas no âmbito de compras públicas.
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A iniciativa provavelmente aumentará as tensões comerciais entre Bruxelas e Pequim, em um momento de volatilidade comercial ampliada pelas pesadas tarifas impostas por Washington.
Um diplomata da UE, que falou sob condição de anonimato, afirmou que a atitude do bloco, ao adotar restrições sugeridas pela Comissão Europeia, foi proporcional, sem fornecer mais detalhes.
Uma investigação da UE concluiu em janeiro que a China discriminava dispositivos médicos europeus em suas aquisições públicas, inclusive em hospitais estatais.
A Câmara de Comércio Chinesa expressou “profunda decepção” com a decisão da UE, por meio de um comunicado.
A entidade declarou ter “sérias preocupações sobre a medida da UE de limitar a participação de empresas chinesas no mercado de aquisições da UE, especialmente no setor de saúde”.
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