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Xi Jinping culpa Israel em declaração sobre conflito com Irã
Publicado 19/06/2025 • 11:21 | Atualizado há 10 meses
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Publicado 19/06/2025 • 11:21 | Atualizado há 10 meses
KEY POINTS
Presidente da China, Xi Jinping, no Palácio da Alvorada, em Brasília 20/11/2024
REUTERS/Adriano Machado
O presidente da China, Xi Jinping, falou sobre o conflito no Oriente Médio. Xi responsabilizou Israel pela situação e defendeu a redução das hostilidades.
O líder chinês acrescentou que a China está pronta para atuar com os envolvidos para “restaurar a paz e a estabilidade”. Antes, o Ministério de Relações Exteriores da China urgiu os países aliados de Israel a pressionarem o país contra um conflito maior.
As declarações de Xi foram feitas em Astana, capital do Cazaquistão, durante uma cúpula com os países da Ásia Central na terça-feira (17). “Todas as partes devem trabalhar para acalmar o conflito o mais rápido possível e evitar uma nova escalada de tensões”, disse o líder chinês, citado pela agência de notícias chinesa Xinhua.
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Xi Jinping expressou discordar das ações de Israel, que atacou o Irã no dia 13 e deu início à série de retaliações entre os dois lados que seguem em curso.
“Nós nos opomos a quaisquer ações que infrinjam a soberania, a segurança e a integridade territorial de outros países. Conflitos militares não são a solução para os problemas, e o aumento das tensões regionais não se alinha com os interesses comuns da comunidade internacional”, declarou o líder chinês.
“As ações militares de Israel contra o Irã levaram a uma escalada repentina de tensões no Oriente Médio, o que preocupa profundamente a China”, acrescentou.
Mais cedo, o porta-voz do Ministério de Relações Exteriores da China Guo Jiakun afirmou que as autoridades chinesas se comunicam com Irã, Israel e outros países para promover um cessar-fogo. O ministério também informou que o país está retirando os chineses que estão nos dois países em guerra.
“A China apela a todas as partes relevantes, especialmente os países que têm uma influência especial sobre Israel, para que assumam suas devidas responsabilidades, tomem medidas imediatas para acalmar a situação tensa e evitar que o conflito se intensifique e se espalhe”, disse Guo, sem nomear diretamente o principal aliado de Israel e seu principal rival, os Estados Unidos.
Maior compradora de petróleo do Irã, a China não deve se envolver na defesa militar do país. A imprensa e os analistas chineses avaliam que, apesar dos profundos interesses econômicos na região, Pequim não tem poder para influenciar as partes em conflito e prefere evitar se envolver em questões de outra região.
Em contrapartida, a opinião pública do país pede aos EUA que adotem posição pacífica no conflito, em vez de inflamar o conflito. “O simples fato de os EUA estarem cogitando o envolvimento é, em si, um sinal muito perigoso”, escreveu o editorial do jornal chinês People Daily, alinhado ao Partido Comunista da China, na quarta-feira (quinta-feira no horário local).
O envolvimento dos EUA é discutido pelo presidente norte-americano Donald Trump, que disse que o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, é “um alvo fácil” para os militares do país.
Entretanto, a posição de Trump desde a semana passada é dúbia e deixa dúvidas se os americanos se juntarão a Israel nos ataques contra os iranianos. Até o momento, os EUA se engajam somente na defesa israelense. “Podemos ou não [atacar o Irã]”, declarou Trump na quarta-feira, em mais uma demonstração de dubiedade.
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