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“Acordos entre Brasil e China representam sinergia estratégica”, analisa CEO do Lide China
Publicado 12/05/2025 • 14:01 | Atualizado há 11 meses
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Publicado 12/05/2025 • 14:01 | Atualizado há 11 meses
KEY POINTS
O governo brasileiro anunciou que empresas chinesas investirão cerca de R$ 27 bilhões no Brasil, com aportes em setores estratégicos como indústria, aviação, mineração, farmacêutico e energia sustentável.
Um dos destaques é o investimento de R$ 1 bilhão na produção de SAF, combustível renovável para a aviação. “A relação do Brasil com a China é indestrutível”, afirmou o presidente Lula, ao assinar uma série de acordos bilaterais em Pequim, ao lado do primeiro-ministro chinês.
Para José Ricardo dos Santos, CEO do Lide China, os acordos entre Brasil e China representam uma sinergia consolidada e estratégica em meio à guerra tarifária entre China e Estados Unidos. “A China tem ocupado espaços deixados por outras potências e, nesse contexto, o Brasil é a bola da vez”, analisou o especialista, em entrevista ao Times Brasil — Licenciado Exclusivo CNBC nesta segunda-feira (12).
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Segundo ele, o relacionamento sino-brasileiro, estabelecido há 50 anos, baseia-se em uma lógica de ganha-ganha, com destaque para a segurança alimentar, energética e a transição digital.
Além dos acordos comerciais, há expectativa de maior intercâmbio turístico e expansão das conexões aéreas entre os dois países. A China, que já lidera como maior parceiro comercial do Brasil desde 2009, saltou da 14ª para a 2ª posição entre os países que mais investem no país.
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