A queda do Bitcoin ocorre em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio, o que influenciou o comportamento dos mercados globais e aumentou a aversão ao risco entre investidores.
Oriente Médio
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As saídas de capital de ETFs de criptomoedas pressionaram o preço, reduziram a demanda e enfraqueceram a recuperação do Bitcoin.
ETFs de criptomoedas
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Mesmo com a queda, o Bitcoin segue como a maior criptomoeda, com valor de mercado de US$ 1,33 trilhão, acima dos US$ 233 bilhões do Ethereum.
Maior criptomoeda
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Nos últimos dias, o ativo apresentou desempenho diferente de outros mercados de risco, como as ações, que registraram alta em alguns setores.
O Bitcoin, no entanto, segue com histórico de forte oscilação, alternando períodos de valorização e quedas expressivas ao longo dos últimos anos.
Forte oscilação
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Criado em 2009, o Bitcoin acumulou forte valorização ao longo da última década, mas também passou por períodos de quedas expressivas em diferentes ciclos de mercado.
Valorização e quedas expressivas
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Em 2025, o Bitcoin fechou abaixo da máxima histórica de outubro. Em 2026, acumula queda frente aos picos recentes e segue instável.
Máxima histórica
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Além do Bitcoin, outras criptomoedas também registraram perdas no período, acompanhando a pressão geral sobre o mercado de ativos digitais.