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Bitcoin ainda é o “ouro digital”?
Publicado 06/06/2026 • 07:30 | Atualizado há 5 meses
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Publicado 06/06/2026 • 07:30 | Atualizado há 5 meses
KEY POINTS
Foto: Unsplash
Bitcoin superou os US$ 85 mil nesta segunda-feira (21), alcançando o maior nível desde janeiro.
O Bitcoin voltou a registrar queda no início de junho de 2026. No dia 1° de junho, às 8h30 (horário do leste dos EUA), o ativo era negociado a US$ 69.256,14.
Além disso, o valor representa recuo de US$ 2.888,97 em relação ao dia anterior. Em comparação ao mesmo período do ano passado, a queda é de aproximadamente US$ 36.650, segundo a Fortune.
Leia também: Bitcoin cai abaixo de R$ 352 mil e ações da Strategy ampliam perdas
A recente queda do Bitcoin ocorre em meio ao aumento das tensões no Oriente Médio. Esse fator influenciou o comportamento dos mercados globais. Também aumentou a aversão ao risco entre investidores, de acordo com o Estadão.
Outro ponto que pressionou o preço foram as saídas de capital de ETFs (Fundos de Índice) ligados a criptomoedas, que reduziram parte da demanda no mercado. Segundo análises de mercado, esse movimento retirou um dos suportes da recuperação do Bitcoin ao longo do ano.
No campo corporativo, a Strategy, maior detentora institucional de Bitcoin, informou a venda de 32 unidades da criptomoeda na última semana, operação realizada pela primeira vez desde 2022.
Mesmo com a recente queda, o Bitcoin continua sendo a maior criptomoeda do mercado, com capitalização em torno de US$ 1,33 trilhão, acima do Ethereum, que possui valor de mercado de aproximadamente US$ 233 bilhões.
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Siga o Times | CNBCNos últimos dias, o ativo também apresentou comportamento diferente em relação a outros mercados de risco, como ações, que em alguns setores registraram alta no mesmo período.
O Bitcoin, no entanto, segue com histórico de forte oscilação, alternando períodos de valorização e quedas expressivas ao longo dos últimos anos.
Leia também: Bitcoin reage ao pânico e reforça tese de longo prazo mesmo com guerra e volatilidade, diz CFO da Tokeniza
Criado em 2009, o Bitcoin teve valorização superior a milhares por cento ao longo da última década, mas também registrou períodos de queda significativa. Em ciclos anteriores, o ativo chegou a perder grande parte de seu valor em intervalos curtos de tempo.
Em 2025, por exemplo, o Bitcoin encerrou o ano abaixo de sua máxima histórica registrada em outubro do mesmo ano. Já em 2026, o ativo acumula queda em relação aos picos recentes e mantém movimentação instável.
Além do Bitcoin, outras criptomoedas também registraram perdas no período, acompanhando a pressão geral sobre o mercado de ativos digitais.
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