China mira US$ 8,8 trilhões em consumo até 2030; veja a estratégia
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O consumidor chinês está mudando a forma como gasta. Em vez de grandes compras, busca produtos mais acessíveis, experiências presenciais e serviços.
Consumidor
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Entre os destaques estão acessórios de ouro, fragrâncias e brinquedos de grife em edição limitada. A Savills chama esses itens de “pequenos e microluxos”.
“Pequenos e microluxos”
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Mesmo com o consumidor mais seletivo, o segmento ganhou força. A área de varejo destinada aos pequenos e microluxos cresceu 18% em 2025.
Seletivo
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Em Xangai, o shopping Joy City recebeu 42 lojas pop-up com temática de anime somente em julho.
Durante o Ano Novo Chinês, lojas temporárias chegaram a registrar até 10 milhões de renminbi em vendas por evento.
Ano Novo Chinês
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O governo chinês também passou a considerar os serviços uma parte importante da expansão do consumo. Entre eles estão turismo, saúde, esportes e cuidados com idosos e crianças.
Expansão do consumo
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A inteligência artificial também entra na estratégia. A Conferência Mundial de I.A apresentou robôs humanoides, telefones com I.A e bichos de pelúcia tecnológicos.
I.A
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O governo pretende elevar as vendas no varejo de bens de consumo para cerca de 60 trilhões de renminbi, ou US$ 8,8 trilhões, até 2030.
Elevar as vendas
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Para atingir a meta, a China precisa de um crescimento médio anual de 3,7% nas vendas do varejo a partir de 2026.